
Antigo Religião é Veneno
YouTube vai jogar vídeos controversos que não infrinjam suas regras no Limbo
Autor: Percival | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 951 Comentários: 56

YouTube agora cismou de banir canais de armas
É uma reação humana natural reagir de forma exagerada e não-produtiva. Durante a Peste Negra velhas solitárias e gatos eram mortos como causa da doença, a grande ironia foi que isso abriu caminho para os ratos. As Balas Van Melle aqui no Rio sumiram do mercado por causa de uma lenda urbana que estavam sendo distribuídas com cocaína nas escolas.
Agora nos EUA estão discutindo mais uma vez a questão das armas. Como sempre com a postura de “agora vai”, “dessa vez é sério”, “basta”, etc, que todo mundo já viu um monte de vezes, e quanto mais velho mais reprises dos mesmos discursos indignados você assiste.
O foco é nas armas semi-automáticas, os “fuzis de assalto” que são os vilões do momento, mas como sempre os números não colaboram com a Narrativa. Eu concordo que não há nenhuma justificativa real pra um sujeito ter um fuzil em casa, mas eles não são responsáveis pela violência. Mata-se mais nos EUA com as próprias mãos do que com fuzis e espingardas (fonte: FBI).
Mais ainda: a alegação de que armas em si são fonte de violência não bate. No Brasil matamos o dobro do que nos EUA, e é quase impossível comprar uma arma por aqui (fonte).
Isso mesmo: os EUA com toda a sua crise por causa de armas de fogo é fundamentalmente diferente do Brasil. Aqui a imensa maioria das mortes são homicídios. Nos Estados Unidos basicamente suicídios são o dobro das mortes matadas e morridas. Das 10,5 pessoas que morrem de tiro a cada 100 mil habitantes lá, 6,69 morrem pelas próprias mãos.
“Ah mas e a Suíça onde todo mundo tem arma?” Escrevi um texto inteiro sobre isso, coleguinha.
Esses fatos, claro, são ignorados por todos os lados, seja a turma que quer banir todas as armas do planeta e enquanto isso pretende proteger os alunos dando pedras pra eles atirarem contra os malucos de AK-47, seja os idiotas que defendem o sagrado direito de andar na rua com um fuzil nas costas só pra provocar as pessoas e a polícia.
No meio disso tudo temos um grupo de entusiastas responsáveis que gostam de armas, não planejam atirar em ninguém que não seja feito de papelão, e se interessam pela ciência, história e tecnologia.
Veja esta peça, conhecida como Bombarda von Steyr. É do começo do século XV, foi construída na Áustria, pesa 8 toneladas e era capaz de lançar uma bala de 80 cm e 690 kg a uma distância de 600 m, pulverizando muros de castelos inimigos. É ou não é História com H maiúsculo?
A Internet, principalmente o YouTube se mostrou um excelente e fértil terreno para divulgar conhecimento nessa área, há centenas de milhares de canais de entusiastas de armas. A imensa maioria não se mete em política nem advoga que qualquer criança deva pode comprar um Kinder Ovo com uma Uzi dentro (até porque Kinder Ovo é proibido nos EUA).
Temos canais como o CnRsenal, que faz verdadeiros documentários sobre armas antigas, canais como o do Jeff Quitney, que publica vídeos de treinamento da Segunda Guera, entre outros. Ou o excelente Forgotten Weapons, que detalha a história de mosquetes a RPGs, incluindo uma rara URU. Isso mesmo, o Brasil já produziu uma excelente submetralhadora:
O Forgotten Weapons já se meteu em encrenca um tempo atrás ao cometer o terrível pecado de usar uma bandeira da Alemanha nazista no thumbnail de um vídeo onde falava sobre uma arma da Alemanha nazista, mas agora o risco é geral.
Em uma reação incrivelmente desproporcional inútil e impensada, o YouTube decidiu banir vídeos que “promovam ou façam link para sites que vendam armas e acessórios”. O Forgotten Weapons é bancado essencialmente por casas de leilões, onde pessoas com toda a documentação podem adquirir legalmente armas de interesse histórico.
Também serão banidos vídeos demonstrando o uso ou “ensinando a montar” uma arma. Será que isso vale pro Primitive Technologies e sua lança?
Praticamente nenhum dos canais ameaçados promove uso irresponsável de armas, a grande maioria faz de tudo pra se manter longe de política. Inclusive o EXCELENTE Hicock45, que adora atirar mas não caça, pois segundo ele não teria coragem de destrinchar uma corça, e é mais divertido atirar em silhuetas de animais de aço.
O YouTube quer combater o discurso de extremismo prejudicando justamente o pessoal moderado que é a favor de uma política racional para posse de armas, posição defendida até pelos vegetarianos liberais dos Mythbusters.
Ninguém em sã consciência acusaria o programa de promover matanças, e quase todo programa a Kari Byron estava atirando em alguma coisa com uma arma maior do que ela. Ameaçar e banir esses canais não vai calar o radicalismo, só vai silenciar os inteligentes moderados e racionais.
http://meiobit.com/382265/weapons-channels-youtube-agora-vai-banir-canais-de-armas/
É uma reação humana natural reagir de forma exagerada e não-produtiva. Durante a Peste Negra velhas solitárias e gatos eram mortos como causa da doença, a grande ironia foi que isso abriu caminho para os ratos. As Balas Van Melle aqui no Rio sumiram do mercado por causa de uma lenda urbana que estavam sendo distribuídas com cocaína nas escolas.
Agora nos EUA estão discutindo mais uma vez a questão das armas. Como sempre com a postura de “agora vai”, “dessa vez é sério”, “basta”, etc, que todo mundo já viu um monte de vezes, e quanto mais velho mais reprises dos mesmos discursos indignados você assiste.
O foco é nas armas semi-automáticas, os “fuzis de assalto” que são os vilões do momento, mas como sempre os números não colaboram com a Narrativa. Eu concordo que não há nenhuma justificativa real pra um sujeito ter um fuzil em casa, mas eles não são responsáveis pela violência. Mata-se mais nos EUA com as próprias mãos do que com fuzis e espingardas (fonte: FBI).
Mais ainda: a alegação de que armas em si são fonte de violência não bate. No Brasil matamos o dobro do que nos EUA, e é quase impossível comprar uma arma por aqui (fonte).
Isso mesmo: os EUA com toda a sua crise por causa de armas de fogo é fundamentalmente diferente do Brasil. Aqui a imensa maioria das mortes são homicídios. Nos Estados Unidos basicamente suicídios são o dobro das mortes matadas e morridas. Das 10,5 pessoas que morrem de tiro a cada 100 mil habitantes lá, 6,69 morrem pelas próprias mãos.
“Ah mas e a Suíça onde todo mundo tem arma?” Escrevi um texto inteiro sobre isso, coleguinha.
Esses fatos, claro, são ignorados por todos os lados, seja a turma que quer banir todas as armas do planeta e enquanto isso pretende proteger os alunos dando pedras pra eles atirarem contra os malucos de AK-47, seja os idiotas que defendem o sagrado direito de andar na rua com um fuzil nas costas só pra provocar as pessoas e a polícia.
No meio disso tudo temos um grupo de entusiastas responsáveis que gostam de armas, não planejam atirar em ninguém que não seja feito de papelão, e se interessam pela ciência, história e tecnologia.
Veja esta peça, conhecida como Bombarda von Steyr. É do começo do século XV, foi construída na Áustria, pesa 8 toneladas e era capaz de lançar uma bala de 80 cm e 690 kg a uma distância de 600 m, pulverizando muros de castelos inimigos. É ou não é História com H maiúsculo?
A Internet, principalmente o YouTube se mostrou um excelente e fértil terreno para divulgar conhecimento nessa área, há centenas de milhares de canais de entusiastas de armas. A imensa maioria não se mete em política nem advoga que qualquer criança deva pode comprar um Kinder Ovo com uma Uzi dentro (até porque Kinder Ovo é proibido nos EUA).
Temos canais como o CnRsenal, que faz verdadeiros documentários sobre armas antigas, canais como o do Jeff Quitney, que publica vídeos de treinamento da Segunda Guera, entre outros. Ou o excelente Forgotten Weapons, que detalha a história de mosquetes a RPGs, incluindo uma rara URU. Isso mesmo, o Brasil já produziu uma excelente submetralhadora:
O Forgotten Weapons já se meteu em encrenca um tempo atrás ao cometer o terrível pecado de usar uma bandeira da Alemanha nazista no thumbnail de um vídeo onde falava sobre uma arma da Alemanha nazista, mas agora o risco é geral.
Em uma reação incrivelmente desproporcional inútil e impensada, o YouTube decidiu banir vídeos que “promovam ou façam link para sites que vendam armas e acessórios”. O Forgotten Weapons é bancado essencialmente por casas de leilões, onde pessoas com toda a documentação podem adquirir legalmente armas de interesse histórico.
Também serão banidos vídeos demonstrando o uso ou “ensinando a montar” uma arma. Será que isso vale pro Primitive Technologies e sua lança?
Praticamente nenhum dos canais ameaçados promove uso irresponsável de armas, a grande maioria faz de tudo pra se manter longe de política. Inclusive o EXCELENTE Hicock45, que adora atirar mas não caça, pois segundo ele não teria coragem de destrinchar uma corça, e é mais divertido atirar em silhuetas de animais de aço.
O YouTube quer combater o discurso de extremismo prejudicando justamente o pessoal moderado que é a favor de uma política racional para posse de armas, posição defendida até pelos vegetarianos liberais dos Mythbusters.
Ninguém em sã consciência acusaria o programa de promover matanças, e quase todo programa a Kari Byron estava atirando em alguma coisa com uma arma maior do que ela. Ameaçar e banir esses canais não vai calar o radicalismo, só vai silenciar os inteligentes moderados e racionais.
http://meiobit.com/382265/weapons-channels-youtube-agora-vai-banir-canais-de-armas/
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Data da postagem: 29/03/2018, 07:13

Felipe Neto respondendo a imprensa e falando da perseguição dos Youtubers:
https://www.youtube.com/watch?v=U-9YcDFBW8E
https://www.youtube.com/watch?v=U-9YcDFBW8E
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Data da postagem: 24/04/2018, 09:34

Classificação Indicativa: Governo Federal estuda imposição no YouTube
http://anmtv.xpg.com.br/classificacao-indicativa-governo-federal-estuda-imposicao-no-youtube/?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+anmtvbr+%28ANMTV+-+ANIME%2C+MANG%C3%81+E+TV%29
De acordo com nota publicada pelo jornal O Globo (via Infomoney), o Governo Federal está estudando aplicar a conhecida Classificação indicativa, já em vigor no Brasil por meio do cinema, TV e streaming há algum tempo, também no YouTube.
A possibilidade partiu após uma reunião entre representantes do Ministério da Justiça e Ministério Público que visam proteger crianças de conteúdos nocivos, pelo fator principal de alguns YouTubers terem seu público formado por crianças e adolescentes.
Não se sabe como está avaliação e classificação indicativa seria feita em uma plataforma como o YouTube, onde o upload de vídeos é feito a praticamente a cada minuto.
O assunto será novamente levado em discussão não oficial na Universidade Federal de Brasília, ainda sem data marcada.
http://anmtv.xpg.com.br/classificacao-indicativa-governo-federal-estuda-imposicao-no-youtube/?utm_source=feedburner&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+anmtvbr+%28ANMTV+-+ANIME%2C+MANG%C3%81+E+TV%29
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Data da postagem: 25/04/2018, 09:17

Por razões diversas, não sou fã do Felipe Neto. Não mais: quando ele surgiu eu era adolescente e gostava de seus vídeos, assim como os produzidos por PC Siqueira e até mesmo o asqueroso Ronald Rios. Isso já tem algum tempo, e não vale a pena discorrer sobre isso. O que deve ser discutido aqui é a liberdade de expressão e a ação criminosa de setores da grande imprensa que desejam sobreviver consumindo a carne de outros seres humanos.
Antes de tudo, vamos falar da origem da polêmica: tudo começou com um artigo da asquerosa Rita Lisauskas no Estadão. A moça resolveu há algum tempo abandonar o jornalismo e se dedicar exclusivamente a militância canalha. Mas não avisou ao público, que por vezes consome seu lixo acreditando se tratar de informação. Rita não gosta de youtubers, apontando estes produtores de conteúdo independente como uma ameaça a infância. Uma ameaça muito maior do que a presença dos pequenos em exposições com temática adulta (tanto que a própria moça afirmou que o MBL era o Taleba, já que o movimento se indignou contra a presença de alunos de escolas públicas das primeiras séries do primário nestas mostras). Enfim, o artigo de Rita se intitula: "aaaaaa". Logo depois foi o jornal O Globo, das odiosas Organizações Globo. Felipe Neto respondeu de forma brilhante:
https://www.youtube.com/watch?v=U-9YcDFBW8E
Aos fatos: Felipe Neto pode ter inúmeros defeitos, mas é alguém que cresceu graças a liberdade de expressão e a possibilidade que as novas tecnologias deram a cidadãos comuns com o mínimo de habilidade de produzirem conteúdo alternativo. O conteúdo de Felipe e de outros produtores pelo mundo não se enquadra no formato da grande mídia, ou simplesmente não é produzido por lá por falta de interesse comercial, estratégico ou mesmo político. Que o digam os grandes canais da direita como Breitbart, InfoWars e Daily Wire. Nomes como Ben Shapiro, Paul Joseph Watson e movimentos como o Britain First também surgiram na internet. Aliás, o mesmo se dá no Brasil: Flávio Morgerstern, Rodrigo Constantino, Kim Kataguiri e o MBL... todos vieram da internet. Como tal, rivalizam não só com as pretensões comerciais dos grandes veículos como também com a narrativa por eles adotada. É aí que se insere a extrema-esquerda. Ávidos por controlar corações e mentes, seus lacaios se aliam aos barões da grande imprensa para calar as vozes dissonantes.
O que acontece com Felipe Neto já aconteceu com o MBL: a imprensa começa a atacar os veículos independentes. Forjaram a tese de que um movimento não pode ter veículos que concordem com suas narrativas ou que veiculem pontos de vista minimamente favoráveis. As Organizações Globo chegaram até a tentar tirar a página do MBL do ar. O auge da ação criminosa foi quando Folha, Veja, Época, Globo e sites de extrema-esquerda inventaram que o MBL foi o principal propagador da fake news sobre a desembargadora que fez acusações levianas contra Marielle Franco. Na guerra o site de Luciano Ayan perdeu sua página no Facebook. O detalhe é que em momento nenhum se inventou o que quer que seja: a desembargadora de fato fez aquelas afirmações. A mídia se voltou contra o movimento por dois motivos: primeiro para desacreditar o movimento, e segundo pelo motivo mais mediocre: o movimento teve mais acesso em seu compartilhamento do Ceticismo Político do que os grandes veículos. Em resumo, há um medo generalizado da concorrência ideológica e da concorrência comercial.
Sendo assim, cabe dizer que Felipe Neto está coberto de razão. Os que o acusam são embusteiros e estelionatários. A tal ex-jornalista Rita Lisauskas (que é partidária declarada do criminoso Luís Inácio) o atacou porque em certa feita ele afirmou que quem deveria controlar o conteúdo da internet não era o governo ou as plataformas, mas sim os pais. E tá errado? Não são eles os responsáveis máximos pela educação e bem-estar das crianças? Por mais que alguns youtubers produzam conteúdos deploráveis, qual a razão de criminalizar a profissão? O caso é que há uma campanha fascista contra o contraditório. É tempo de insurgir contra os lacaios do consórcio criminoso entre a grande imprensa e os militantes da extrema-esquerda.
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Data da postagem: 30/04/2018, 16:27


Felipe Neto ataca novamente a política dois pesos, duas medidas do youtube:
https://www.youtube.com/watch?v=AUZekTLpcoY
https://www.youtube.com/watch?v=AUZekTLpcoY
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Data da postagem: 09/05/2018, 09:26

HI @YouTube - can you tell me why you don't even have an age restriction on a video which depicts someone being shot in the head, and yet have censored my video which contains nothing but political commentary?
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Data da postagem: 16/05/2018, 10:04

Percival disse: HI @YouTube - can you tell me why you don't even have an age restriction on a video which depicts someone being shot in the head, and yet have censored my video which contains nothing but political commentary?
Mulher pelada não pode, mas mulher estripada e esquartejada, aí tudo bem.
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Data da postagem: 17/05/2018, 08:53

Blender Foundation acusa YouTube de bloquear vídeos para forçar a monetizaçãoPostado por Ronaldo Gogoni, 20/06/2018 às 11:00, em Google, YouTube
O YouTube se envolveu em mais uma confusão: recentemente a plataforma bloqueou globalmente os vídeos dos canais do MIT e da Blender Foundation, aparentemente por um erro de seus sistemas automatizados; no entanto, novas informações acusam o serviço de forçar os produtores de conteúdo a monetizarem seus vídeos.
O primeiro a ser afetado foi o canal do OpenCourseWare do MIT, que oferece aulas e palestras gratuitas sobre diversos assuntos. A mensagem original diz que o próprio Instituto havia feito um pedido de bloqueio por violação de direitos autorais, o que caracterizaria um erro dos algoritmos ou, menos provável alguém mal intencionado se passando pelo MIT buscando a derrubada dos vídeos.O mesmo aconteceu com o canal da Blender Foundation, ligada ao software de modelagem 3D: todos os vídeos e palestras foram bloqueados globalmente, com a mesma solicitação de direitos autorais feita pela própria instituição. Os canais oficiais do time de futebol checo Sparta Praha, da seleção inglesa de rúgbi e do Bureau de Imprensa e Informação da Índia também foram igualmente afetados.
Só que uma investigação mais profunda, realizada pelo diretor da Blender Foundation Ton Roosendaal revelou que nada é como parece ser. Através de uma checagem nas configurações de seu canal, ele constatou que o YouTube ativou unilateralmente a monetização de seus vídeos, mesmo com a opção permanecendo desligada manualmente. O executivo afirma que sempre foi desejo da fundação compartilhar os cursos e palestras livremente, e nunca buscou fazer dinheiro com anúncios.
Ao que tudo indica o YouTube não mais estaria interessado em permitir que canais grandes, com muitos inscritos e obviamente muitas visualizações hospedem vídeos com a monetização desativada. Após uma série de mensagens trocadas entre Roosendaal e a plataforma, em que o problema não foi resolvido (cada hora uma desculpa diferente foi dada) e com o conseguinte bloqueio, a impressão é que a partir de agora ou os anúncios deverão estar ativos, ou o canal terá as operações interrompidas. Como plano B, os vídeos da Blender Foundation foram hospedados em um serviço próprio que está em fase de testes.
É bom deixar claro que não há santos nessa história: por um lado o YouTube age de forma mesquinha, alterando os acordos quando acha conveniente e forçando a monetização para aumentar seus ganhos, principalmente com seus serviços de assinatura chegando a mais países (ambos foram lançados nesta semana no Canadá, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Rússia, França, Espanha, Finlândia, Suécia, Noruega, Itália e Áustria), mas por outro é direito da plataforma utilizar os anúncios como uma compensação, já que a Blender Foundation e outros canais não pagam nada para hospedar seus vídeos.
De qualquer forma o caso se soma às várias presepadas recentes do YouTube, que não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Com informações: Blender Foundation.
https://meiobit.com/387154/youtube-videos-mit-blender-bloqueados-denuncia-google-forcando-monetizacao-canais-em-troca-exibicao-conteudos/
O YouTube se envolveu em mais uma confusão: recentemente a plataforma bloqueou globalmente os vídeos dos canais do MIT e da Blender Foundation, aparentemente por um erro de seus sistemas automatizados; no entanto, novas informações acusam o serviço de forçar os produtores de conteúdo a monetizarem seus vídeos.
O primeiro a ser afetado foi o canal do OpenCourseWare do MIT, que oferece aulas e palestras gratuitas sobre diversos assuntos. A mensagem original diz que o próprio Instituto havia feito um pedido de bloqueio por violação de direitos autorais, o que caracterizaria um erro dos algoritmos ou, menos provável alguém mal intencionado se passando pelo MIT buscando a derrubada dos vídeos.O mesmo aconteceu com o canal da Blender Foundation, ligada ao software de modelagem 3D: todos os vídeos e palestras foram bloqueados globalmente, com a mesma solicitação de direitos autorais feita pela própria instituição. Os canais oficiais do time de futebol checo Sparta Praha, da seleção inglesa de rúgbi e do Bureau de Imprensa e Informação da Índia também foram igualmente afetados.
Só que uma investigação mais profunda, realizada pelo diretor da Blender Foundation Ton Roosendaal revelou que nada é como parece ser. Através de uma checagem nas configurações de seu canal, ele constatou que o YouTube ativou unilateralmente a monetização de seus vídeos, mesmo com a opção permanecendo desligada manualmente. O executivo afirma que sempre foi desejo da fundação compartilhar os cursos e palestras livremente, e nunca buscou fazer dinheiro com anúncios.
Ao que tudo indica o YouTube não mais estaria interessado em permitir que canais grandes, com muitos inscritos e obviamente muitas visualizações hospedem vídeos com a monetização desativada. Após uma série de mensagens trocadas entre Roosendaal e a plataforma, em que o problema não foi resolvido (cada hora uma desculpa diferente foi dada) e com o conseguinte bloqueio, a impressão é que a partir de agora ou os anúncios deverão estar ativos, ou o canal terá as operações interrompidas. Como plano B, os vídeos da Blender Foundation foram hospedados em um serviço próprio que está em fase de testes.
É bom deixar claro que não há santos nessa história: por um lado o YouTube age de forma mesquinha, alterando os acordos quando acha conveniente e forçando a monetização para aumentar seus ganhos, principalmente com seus serviços de assinatura chegando a mais países (ambos foram lançados nesta semana no Canadá, Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Rússia, França, Espanha, Finlândia, Suécia, Noruega, Itália e Áustria), mas por outro é direito da plataforma utilizar os anúncios como uma compensação, já que a Blender Foundation e outros canais não pagam nada para hospedar seus vídeos.
De qualquer forma o caso se soma às várias presepadas recentes do YouTube, que não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Com informações: Blender Foundation.
https://meiobit.com/387154/youtube-videos-mit-blender-bloqueados-denuncia-google-forcando-monetizacao-canais-em-troca-exibicao-conteudos/
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Data da postagem: 20/06/2018, 13:43

YouTube também tem novidades: assinaturas, premieres e lojinha
Postado por Nick Ellis, 22/06/2018 às 18:07, em Internet, Meio Bit
O YouTube apresentou na Vidcon três novas ferramentas para ajudar seus criadores a ganharem mais dinheiro e a fidelizarem melhor seu público, a possibilidade de se tornar assinante pago de um canal, criar uma loja de produtos ligados ao canal e a terceira, que permite agendar estreias ou vídeos especiais com o recurso Super Chat. As novidades só estão disponíveis para canais com mais de 100 mil inscritos, então nem dá pra se animar muito.
.
A primeira função é básica, o usuário e fã se torna membro do canal e contribui com valores a partir de US$ 5 mensais (sim, isso já era possível, mas só no YouTube Gaming). Já a função Merchandise permite vender produtos ligados ao YouTuber em uma pequena vitrine mostrada dentro do próprio canal. O recurso é uma parceria com a Teespring nos Estados Unidos, assim se não for nada artesanal, é só o youtuber criar seu produto, que o YouTube se encarrega até do envio.
A função Premieres é que me parece mais interessante e útil. O criador pode marcar uma estreia com antecedência e divulgar o link, aí no dia, é só interagir com o público que está assistindo no Super Chat, algo que só estava disponível para vídeos ao vivo. O Super Chat é aquele recurso que os fãs pagam para destacarem seus comentários no chat dos outros de reles mortais.
Como disse outro dia no post do lançamento do IGTV, já tinha até passado da hora do YouTube prestar mais atenção nos seus criadores, e tratá-los melhor, e não demorou muito para aparecerem essas novidades que eles certamente estão planejando faz tempo. No release em seu blog oficial, o YouTube reforça que valoriza seus criadores, e diz que todos por lá estão empenhados em criar produtos para melhorar a vida dos youtubers e os ajudarem a se relacionarem melhor com suas comunidades.
Ainda é cedo para avaliar, mas acredito que as novas ideias parecem que podem ter resultado. Como nem tudo é perfeito, grande parte dos criadores ficarão na vontade, pois além da citada exigência de pelo menos 100 mil inscritos, é preciso ser maior de 18 anos e fazer parte do Programa de Parcerias do YT.
Clique abaixo para ver o vídeo de apresentação da lojinha dos Youtubers. https://www.youtube.com/watch?v=Minu0lTlEOI
https://meiobit.com/387295/novidades-youtube-assinaturas-pagas-loja-premieres/
Postado por Nick Ellis, 22/06/2018 às 18:07, em Internet, Meio Bit
O YouTube apresentou na Vidcon três novas ferramentas para ajudar seus criadores a ganharem mais dinheiro e a fidelizarem melhor seu público, a possibilidade de se tornar assinante pago de um canal, criar uma loja de produtos ligados ao canal e a terceira, que permite agendar estreias ou vídeos especiais com o recurso Super Chat. As novidades só estão disponíveis para canais com mais de 100 mil inscritos, então nem dá pra se animar muito.
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A primeira função é básica, o usuário e fã se torna membro do canal e contribui com valores a partir de US$ 5 mensais (sim, isso já era possível, mas só no YouTube Gaming). Já a função Merchandise permite vender produtos ligados ao YouTuber em uma pequena vitrine mostrada dentro do próprio canal. O recurso é uma parceria com a Teespring nos Estados Unidos, assim se não for nada artesanal, é só o youtuber criar seu produto, que o YouTube se encarrega até do envio.
A função Premieres é que me parece mais interessante e útil. O criador pode marcar uma estreia com antecedência e divulgar o link, aí no dia, é só interagir com o público que está assistindo no Super Chat, algo que só estava disponível para vídeos ao vivo. O Super Chat é aquele recurso que os fãs pagam para destacarem seus comentários no chat dos outros de reles mortais.
Como disse outro dia no post do lançamento do IGTV, já tinha até passado da hora do YouTube prestar mais atenção nos seus criadores, e tratá-los melhor, e não demorou muito para aparecerem essas novidades que eles certamente estão planejando faz tempo. No release em seu blog oficial, o YouTube reforça que valoriza seus criadores, e diz que todos por lá estão empenhados em criar produtos para melhorar a vida dos youtubers e os ajudarem a se relacionarem melhor com suas comunidades.
Ainda é cedo para avaliar, mas acredito que as novas ideias parecem que podem ter resultado. Como nem tudo é perfeito, grande parte dos criadores ficarão na vontade, pois além da citada exigência de pelo menos 100 mil inscritos, é preciso ser maior de 18 anos e fazer parte do Programa de Parcerias do YT.
Clique abaixo para ver o vídeo de apresentação da lojinha dos Youtubers. https://www.youtube.com/watch?v=Minu0lTlEOI
https://meiobit.com/387295/novidades-youtube-assinaturas-pagas-loja-premieres/
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Data da postagem: 25/06/2018, 15:07