
Antigo Religião é Veneno
YouTube vai jogar vídeos controversos que não infrinjam suas regras no Limbo
Autor: Percival | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 951 Comentários: 56
Existe uma solução tentando surgir via Crowdfunding, mas eles ainda estão em pré campanha para saber se vão conseguir produtores de conteúdo para ajudar na divulgação do crowdfunding para poder levantar o montante necessario e financiar o projeto: libertyweb.net
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Data da postagem: 07/09/2017, 16:26
A ideia é legal.
Vai ser um servidor de hospedagem onde você cria o seu proprio site, mas ele é ligado automaticamente a 3 sistemas de busca, um imita o google, outro o youtube e o ultimo o patreon.
Você administra tudo através do seu proprio site.
Da pra ver como vão funcionar as buscas: http://libertyweb.net/#/search
No fim da pagina inicial da pra criar um site falso pra testar o demo deles e ver com vai funcionar: http://libertyweb.net
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Você administra tudo através do seu proprio site.
Da pra ver como vão funcionar as buscas: http://libertyweb.net/#/search
No fim da pagina inicial da pra criar um site falso pra testar o demo deles e ver com vai funcionar: http://libertyweb.net
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Data da postagem: 07/09/2017, 16:32



Engenheiro do escândalo sobre diversidade processa Google por discriminação
James Damore ficou conhecido no ano passado por ter redigido um polêmico manifesto criticando as políticas de diversidade do Google. Demitido dias após a divulgação do documento, o engenheiro de software abriu uma queixa trabalhista contra a companhia. Não foi suficiente: ele decidiu processar o Google, agora sob acusação de discriminação.
Trata-se de uma ação aberta em conjunto com David Gudeman, engenheiro que foi dispensado pelo Google no final de 2016. Mas o processo, de acordo com o escritório de advocacia Dhillon Law Group, visa representar todos os funcionários que se sentiram discriminados pelo Google por terem visão política conservadora, serem do sexo masculino e pertencerem à raça caucasiana.
No manifesto, Damore argumenta que as mulheres são menos presentes nas áreas de tecnologia por serem mais inclinadas aos sentimentos e, assim, preferirem trabalhos em áreas sociais ou artísticas. Ele também alega que as mulheres têm menos tolerância ao estresse, o que explica a menor participação feminina em cargos avançados.
O engenheiro afirma ainda que os esforços do Google para estabelecer a diversidade criaram uma “monocultura politicamente correta” que humilha quem pensa diferente das ideias promovidas.
Era para ser um documento interno, mas as ideias colocadas ali são tão polêmicas que o manifesto acabou “vazando” rapidamente. A consequência não poderia ter sido outra: James Damore foi demitido.
O assunto gerou tanta repercussão que Sundar Pichai, CEO do Google, publicou uma carta dizendo que apoia o direito dos funcionários de se expressarem, mas que partes do manifesto violam o código de conduta da companhia.
Mas, para Damore e Gudeman, o Google marginaliza, menospreza e pune funcionários que expressam pontos de vista políticos diferentes da visão que a maioria tem ali. A empresa teria inclusive mantido listas negras de empregados conservadores e de pessoas com visão similar que estariam proibidas de visitar o campus do Google.
Mulher no Google - imagem por Women on the Web
A ação também dá a entender que os esforços do Google para promover a diversidade acabam criando injustiças. Damore e Gudeman afirmam, por exemplo, que a empresa pressiona abertamente gestores das unidades de negócios que não conseguem atender às porcentagens mínimas de contratação de mulheres e candidatos vindos de minorias.
Vale frisar que David Gudeman não teve envolvimento direto com o caso do manifesto. O engenheiro foi demitido do Google em dezembro de 2016 por conta de uma investigação iniciada após ele responder com ceticismo a uma mensagem de um funcionário muçulmano preocupado com a sua segurança por conta da então recente eleição de Donald Trump.
À Wired, um representante do Google informou que a “empresa está ansiosa para se defender do processo de Damore no tribunal”.
Com informações: TechCrunch, The Guardian.
https://tecnoblog.net/231799/manifesto-processo-google/
James Damore ficou conhecido no ano passado por ter redigido um polêmico manifesto criticando as políticas de diversidade do Google. Demitido dias após a divulgação do documento, o engenheiro de software abriu uma queixa trabalhista contra a companhia. Não foi suficiente: ele decidiu processar o Google, agora sob acusação de discriminação.
Trata-se de uma ação aberta em conjunto com David Gudeman, engenheiro que foi dispensado pelo Google no final de 2016. Mas o processo, de acordo com o escritório de advocacia Dhillon Law Group, visa representar todos os funcionários que se sentiram discriminados pelo Google por terem visão política conservadora, serem do sexo masculino e pertencerem à raça caucasiana.
No manifesto, Damore argumenta que as mulheres são menos presentes nas áreas de tecnologia por serem mais inclinadas aos sentimentos e, assim, preferirem trabalhos em áreas sociais ou artísticas. Ele também alega que as mulheres têm menos tolerância ao estresse, o que explica a menor participação feminina em cargos avançados.
O engenheiro afirma ainda que os esforços do Google para estabelecer a diversidade criaram uma “monocultura politicamente correta” que humilha quem pensa diferente das ideias promovidas.
Era para ser um documento interno, mas as ideias colocadas ali são tão polêmicas que o manifesto acabou “vazando” rapidamente. A consequência não poderia ter sido outra: James Damore foi demitido.
O assunto gerou tanta repercussão que Sundar Pichai, CEO do Google, publicou uma carta dizendo que apoia o direito dos funcionários de se expressarem, mas que partes do manifesto violam o código de conduta da companhia.
Mas, para Damore e Gudeman, o Google marginaliza, menospreza e pune funcionários que expressam pontos de vista políticos diferentes da visão que a maioria tem ali. A empresa teria inclusive mantido listas negras de empregados conservadores e de pessoas com visão similar que estariam proibidas de visitar o campus do Google.
Mulher no Google - imagem por Women on the Web
A ação também dá a entender que os esforços do Google para promover a diversidade acabam criando injustiças. Damore e Gudeman afirmam, por exemplo, que a empresa pressiona abertamente gestores das unidades de negócios que não conseguem atender às porcentagens mínimas de contratação de mulheres e candidatos vindos de minorias.
Vale frisar que David Gudeman não teve envolvimento direto com o caso do manifesto. O engenheiro foi demitido do Google em dezembro de 2016 por conta de uma investigação iniciada após ele responder com ceticismo a uma mensagem de um funcionário muçulmano preocupado com a sua segurança por conta da então recente eleição de Donald Trump.
À Wired, um representante do Google informou que a “empresa está ansiosa para se defender do processo de Damore no tribunal”.
Com informações: TechCrunch, The Guardian.
https://tecnoblog.net/231799/manifesto-processo-google/
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Data da postagem: 09/01/2018, 16:29
Era para ser um documento interno, mas as ideias colocadas ali são tão polêmicas que o manifesto acabou “vazando” rapidamente. A consequência não poderia ter sido outra: James Damore foi demitido.
Engraçado que o conteúdo cientifico do documento seja "controverso" e mais engraçado ainda achar que o resultado "não poderia" ser outro.
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Data da postagem: 09/01/2018, 18:01

YouTube endurece ainda mais as regras para a monetização de vídeos
O ano de 2017 foi péssimo para o YouTube: a plataforma perdeu uma grande quantidade de anunciantes após presepadas de terceiros, dela mesma e, como consequência, as regras para os YouTubers mudaram várias vezes. Até ontem, para ser um criador parceiro autorizado a monetizar suas produções era preciso um mínimo de dez mil visualizações únicas no canal, o que também foi utilizado como limiar ao restringir o uso de cartões redirecionando para links externos.
Pois bem, o YouTube entendeu que as presentes regras são insuficientes para impedir o compartilhamento de conteúdos inapropriados e, após a recente polêmica com o YouTuber Logan Paul (que demorou um pouco para ser punido), o serviço de vídeos resolveu aplicar regulações ainda mais rígidas. Primeiro, a partir de agora haverá uma avaliação “manual” de todos os canais que desejarem entrar para o Programa de Parcerias, o primeiro patamar que divide um usuário comum de um aspirante a YouTuber que deseja fazer dinheiro com suas criações; qualquer vídeo com conteúdo considerado inapropriado será preterido e mesmo que preencha os requisitos, não será admitido no programa.
Só que para monetizar seu canal as 10.000 visualizações não são mais suficientes: desde ontem (16) o YouTube mudou novamente as condições e passa a exigir que os canais candidatos ao programa contem com um mínimo de 4.000 horas de visualizações de seus vídeos num período de 12 meses, bem como um mínimo de 1.000 inscritos. Quem não atender as condições sequer será considerado a entrar.
É importante salientar que todas as ditas regras acima se aplicam também para quem já faz parte do programa: até o dia 20 de fevereiro, quem não se adequar seja podando seu conteúdo controverso, arranjando mais assinantes e aumentando suas horas totais de visualização será sumariamente chutado para fora do Programa de Parceiros, perdendo totalmente o direito de monetizar seus vídeos até atender os requisitos, quando deverá novamente submeter-se à avaliação.
Segundo o YouTube, apesar de as regras visarem podar conteúdos problemáticos a medida está sendo tomada, sem muita surpresa para fechar a torneira: de acordo com análise da plataforma 99% dos canais abaixo do novo limiar receberam menos de US$ 100 durante o ano de 2017, com 90% deles fazendo cerca de US$ 2,50 no último mês. Dessa forma, o serviço está podando os criadores que só davam despesa e não contavam com conteúdos relevantes, mas que pelas regras do Programa de Parcerias tinham direito a alguns centavos de vez em quando. O problema é: são milhares de canais ganhando centavos e cortá-los representa uma significativa economia nas finanças.
A atual política do YouTube de não mais permitir certos conteúdos vai ao encontro de uma estratégia que vem sendo adotada aos poucos, a de gradativamente limitar o acesso ao Programa de Parcerias tirando da equação os pequenos canais, posteriormente punindo canais médios e grandes e talvez culminando num cenário onde a plataforma não mais remunerará ninguém, apenas os grandes parceiros comerciais como já aconteceu no passado, quando a fonte do AdSense secou.
Ou seja, a partir de agora só quem for REALMENTE relevante e tiver conteúdo de qualidade será permitido a ascender e ganhar dinheiro com seus vídeos, ao menos até a próxima mudança nas regras.
http://meiobit.com/378780/youtube-novas-regras-monetizacao-canais-deverao-ter-4-mil-horas-visualizacoes-acumuladas-em-12-meses-e-minimo-mil-inscritos-alem-10-mil-visualizacoes-unicas/
O ano de 2017 foi péssimo para o YouTube: a plataforma perdeu uma grande quantidade de anunciantes após presepadas de terceiros, dela mesma e, como consequência, as regras para os YouTubers mudaram várias vezes. Até ontem, para ser um criador parceiro autorizado a monetizar suas produções era preciso um mínimo de dez mil visualizações únicas no canal, o que também foi utilizado como limiar ao restringir o uso de cartões redirecionando para links externos.
Pois bem, o YouTube entendeu que as presentes regras são insuficientes para impedir o compartilhamento de conteúdos inapropriados e, após a recente polêmica com o YouTuber Logan Paul (que demorou um pouco para ser punido), o serviço de vídeos resolveu aplicar regulações ainda mais rígidas. Primeiro, a partir de agora haverá uma avaliação “manual” de todos os canais que desejarem entrar para o Programa de Parcerias, o primeiro patamar que divide um usuário comum de um aspirante a YouTuber que deseja fazer dinheiro com suas criações; qualquer vídeo com conteúdo considerado inapropriado será preterido e mesmo que preencha os requisitos, não será admitido no programa.
Só que para monetizar seu canal as 10.000 visualizações não são mais suficientes: desde ontem (16) o YouTube mudou novamente as condições e passa a exigir que os canais candidatos ao programa contem com um mínimo de 4.000 horas de visualizações de seus vídeos num período de 12 meses, bem como um mínimo de 1.000 inscritos. Quem não atender as condições sequer será considerado a entrar.
É importante salientar que todas as ditas regras acima se aplicam também para quem já faz parte do programa: até o dia 20 de fevereiro, quem não se adequar seja podando seu conteúdo controverso, arranjando mais assinantes e aumentando suas horas totais de visualização será sumariamente chutado para fora do Programa de Parceiros, perdendo totalmente o direito de monetizar seus vídeos até atender os requisitos, quando deverá novamente submeter-se à avaliação.
Segundo o YouTube, apesar de as regras visarem podar conteúdos problemáticos a medida está sendo tomada, sem muita surpresa para fechar a torneira: de acordo com análise da plataforma 99% dos canais abaixo do novo limiar receberam menos de US$ 100 durante o ano de 2017, com 90% deles fazendo cerca de US$ 2,50 no último mês. Dessa forma, o serviço está podando os criadores que só davam despesa e não contavam com conteúdos relevantes, mas que pelas regras do Programa de Parcerias tinham direito a alguns centavos de vez em quando. O problema é: são milhares de canais ganhando centavos e cortá-los representa uma significativa economia nas finanças.
A atual política do YouTube de não mais permitir certos conteúdos vai ao encontro de uma estratégia que vem sendo adotada aos poucos, a de gradativamente limitar o acesso ao Programa de Parcerias tirando da equação os pequenos canais, posteriormente punindo canais médios e grandes e talvez culminando num cenário onde a plataforma não mais remunerará ninguém, apenas os grandes parceiros comerciais como já aconteceu no passado, quando a fonte do AdSense secou.
Ou seja, a partir de agora só quem for REALMENTE relevante e tiver conteúdo de qualidade será permitido a ascender e ganhar dinheiro com seus vídeos, ao menos até a próxima mudança nas regras.
http://meiobit.com/378780/youtube-novas-regras-monetizacao-canais-deverao-ter-4-mil-horas-visualizacoes-acumuladas-em-12-meses-e-minimo-mil-inscritos-alem-10-mil-visualizacoes-unicas/
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Data da postagem: 18/01/2018, 07:16

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Data da postagem: 15/03/2018, 07:02

YouTube agora saiu capando canais grandes e enormes. André acerta de novo!
Existe um fenômeno que é muito comum. Algumas vezes, é infelizmente comum, mas não deixa de ser um fato. Fato como o Sol é uma estrela e que Evolução Biológica existe. Um fato inegável e pronto a nos assombrar: eu estou sempre certo.
Não, né verdade. Assim como a Via Láctea é uma espiral dupla, eu estou certo, e minhas previsões sempre se tornam realidade. Magia? Nah, eu vejo a história se repetir e se repetir. Lembram-se quando eu falei que YouTube não ia se contentar com pequenos e médios canais, indo devorar canais grandes e enormes? Voltem ao parágrafo anterior.
Eu não costumo ver vídeos do Felipe Neto. Eu sequer tenho uma opinião completa formada sobre ele exatamente porque não vejo os vídeos dele. Ainda via logo no início, mas atualmente não mais. Não gosto daquele tipo de vídeo, e simplesmente não vejo. Não me importo. Só que hoje caiu na minha timeline um víeo dele que chamou a minha atenção pelo título: A DECISÃO MAIS BURRA DO YOUTUBE.
Eu me senti atraído (pelo título do vídeo, não pelo Felipe Neto); e fui assistir já sabendo o que ia encontrar. Confesso que meu coraçãozinho negro e perverso deu risadas com o que eu vi. Eu sempre ajo assim quando provam que eu estava certo. O problema é que passa a risada e vem o desalento que eu não queria acertar certas coisas, mas… enfim!
Um resumo é que o Felipe estava indignado com o que o Tubo anda fazendo: limando monetização e derrubando vídeos à revelia, sem dar um puto de satisfação. Se lembraram de algo? No caso, o Tubo derrubou vídeos do canal do irmão dele, o Lucas, por algum motivo que não foi dito. Uma das alegações é que havia uma menina com trajes de banho (de short, mas trajes de banho. Não, não tenta entender o Tubo). A monetização foi cassada por 24h, justamente as primeiras horas que qualquer vídeo tem o máximo de views. O próprio Felipe tomou na cabeça. E com o Tubo sem dar satisfações.
Ora, bolas, se com milhões de assinantes o Tubo caga e anda para ele, como eu poderia esperar que alguém me desse atenção?. Vão lá ver o vídeo. Eu não voiu comentar muito, pois ele fala o que eu já disse. Eu so vou pontuar algumas coisas
1) Quando eu falei que isso ia acontecer, teve gente rindo de mim dizendo que era porque meu canal era pequeno. Bem, ficou provado que não é bem assim, e mais uma vez ficou demonstrado que o modelo de negócios do YouTube é insustentável a longo prazo.
2) Felipe acha que o Tubo está sendo burro ao se vender para as regras de mercad, pois este era o erro da TV. SURPRESA!!!!! Vocês não são clientes do Tubo. Tubo faz UM FAVOR de deixar vocês postarem vídeo lá e em alguns casos ainda paga! Quem paga? Os anunciantes. Quem sustenta o Tubo e seus inúmeros servidores, maquinário e pessoal? Os anunciantes. Não o babaca adolescente que vai acessar. Estes não são interessantes. A TV e o Rádio já provaram qual modelo de negócio realmente funciona, e funciona BEM! POr isso canais do YouTube e podcasts acabaram seguindo o modelo deles dois: programação bem definida com horário certo. Não, TV não está afndando, porque uma propaganda no horário nobre, no intervalo da novela das 9, é MUITO caro. E não vejo ninguém reclamar. Mesma coisa uma página central do jornal O Globo e uma página inteira da Veja. Cobram caro, sabem por que? Porque tem quem pague, e se pagam, é porque sabem que tem retorno. Simples assim.
3) Um dos choques foi que o You Tube vai censurar e desmonetizar vídeos com base nos… COMENTÁRIOS. Esse é o grande problema. Vídeo com muito comentário chilicando, reclamando ou com xingamentos e ataques ou ainda expondo racismo ou pedofilia vai ser limado severamente. Felipe acha que está errado e que um vídeo com dezenas de milhares comentários é impossível de moderar. Eu concordo, mas aí é problema do dono do canal. A rigor, quem é responsabilizado criminalmente é o dono da plataforma, no caso, é o YouTube. Se o YouTube deixar, ELE que se ferra. Assim, ele mete o machado para nao correr riscos, e acionistas não gostam de riscos desnecessários. Não gostam nem dos riscos necessários. Se blogs já sofrem com isso, vídeos não são exceção. Assim, canais do YouTube que postam vídeos baits para gerar raiva e estimular xoingamentos e o dono vendo a insânia tomar conta, vai estar ferrado. Ou corta a área de comentários (e isso vai ter um impacto meteórico na sua visualização) ou terá que moderar manualmente (ou fazer vídeos que não estimulem isso, mas aí é outra história, né?).
Sim, eu previ tudo isso. sabem por que e como eu previ? Eu estou postandp conteúdo na Internet há 21 anos. Vi o alvorecer dos sistemas de HTML puro, javascript, applets java, blogs etc. No final, é sempre a mesma coisa: anunciante manda, anunciador vai fazer o que querem e você, você que pensa ser o cliuente, é apenas o produto a ser vendido. Você não apita nada. Aceitem o fato.
Quem dos serviços gratuitos de blogs ou hospedagens tipo Geocities não aceitou comprou o próprio domínio e fez seu próprio site. Se vocês, usuários do YouTube não aceitarem o modo como o Google comanda aquilo, ou armazenam seus vídeos num servidor próprio (e ele vai sentar gostoso com a quantidade de acessos e seu provedor vai cobrar os tubos), ou migre para outro serviços como o Daily Motion, Vimeo, Streamable etc.
Mas nós sabemos o por que de vocês não fazerem isso, não é mesmo? Então, entuba e aceite como o dono da bola, do campo, dos uniformes e das chuteiras comanda o jogo.
https://ceticismo.net/2018/03/13/youtube-agora-saiu-capando-canais-grandes-e-enormes-andre-acerta-de-novo/
Existe um fenômeno que é muito comum. Algumas vezes, é infelizmente comum, mas não deixa de ser um fato. Fato como o Sol é uma estrela e que Evolução Biológica existe. Um fato inegável e pronto a nos assombrar: eu estou sempre certo.
Não, né verdade. Assim como a Via Láctea é uma espiral dupla, eu estou certo, e minhas previsões sempre se tornam realidade. Magia? Nah, eu vejo a história se repetir e se repetir. Lembram-se quando eu falei que YouTube não ia se contentar com pequenos e médios canais, indo devorar canais grandes e enormes? Voltem ao parágrafo anterior.
Eu não costumo ver vídeos do Felipe Neto. Eu sequer tenho uma opinião completa formada sobre ele exatamente porque não vejo os vídeos dele. Ainda via logo no início, mas atualmente não mais. Não gosto daquele tipo de vídeo, e simplesmente não vejo. Não me importo. Só que hoje caiu na minha timeline um víeo dele que chamou a minha atenção pelo título: A DECISÃO MAIS BURRA DO YOUTUBE.
Eu me senti atraído (pelo título do vídeo, não pelo Felipe Neto); e fui assistir já sabendo o que ia encontrar. Confesso que meu coraçãozinho negro e perverso deu risadas com o que eu vi. Eu sempre ajo assim quando provam que eu estava certo. O problema é que passa a risada e vem o desalento que eu não queria acertar certas coisas, mas… enfim!
Um resumo é que o Felipe estava indignado com o que o Tubo anda fazendo: limando monetização e derrubando vídeos à revelia, sem dar um puto de satisfação. Se lembraram de algo? No caso, o Tubo derrubou vídeos do canal do irmão dele, o Lucas, por algum motivo que não foi dito. Uma das alegações é que havia uma menina com trajes de banho (de short, mas trajes de banho. Não, não tenta entender o Tubo). A monetização foi cassada por 24h, justamente as primeiras horas que qualquer vídeo tem o máximo de views. O próprio Felipe tomou na cabeça. E com o Tubo sem dar satisfações.
Ora, bolas, se com milhões de assinantes o Tubo caga e anda para ele, como eu poderia esperar que alguém me desse atenção?. Vão lá ver o vídeo. Eu não voiu comentar muito, pois ele fala o que eu já disse. Eu so vou pontuar algumas coisas
1) Quando eu falei que isso ia acontecer, teve gente rindo de mim dizendo que era porque meu canal era pequeno. Bem, ficou provado que não é bem assim, e mais uma vez ficou demonstrado que o modelo de negócios do YouTube é insustentável a longo prazo.
2) Felipe acha que o Tubo está sendo burro ao se vender para as regras de mercad, pois este era o erro da TV. SURPRESA!!!!! Vocês não são clientes do Tubo. Tubo faz UM FAVOR de deixar vocês postarem vídeo lá e em alguns casos ainda paga! Quem paga? Os anunciantes. Quem sustenta o Tubo e seus inúmeros servidores, maquinário e pessoal? Os anunciantes. Não o babaca adolescente que vai acessar. Estes não são interessantes. A TV e o Rádio já provaram qual modelo de negócio realmente funciona, e funciona BEM! POr isso canais do YouTube e podcasts acabaram seguindo o modelo deles dois: programação bem definida com horário certo. Não, TV não está afndando, porque uma propaganda no horário nobre, no intervalo da novela das 9, é MUITO caro. E não vejo ninguém reclamar. Mesma coisa uma página central do jornal O Globo e uma página inteira da Veja. Cobram caro, sabem por que? Porque tem quem pague, e se pagam, é porque sabem que tem retorno. Simples assim.
3) Um dos choques foi que o You Tube vai censurar e desmonetizar vídeos com base nos… COMENTÁRIOS. Esse é o grande problema. Vídeo com muito comentário chilicando, reclamando ou com xingamentos e ataques ou ainda expondo racismo ou pedofilia vai ser limado severamente. Felipe acha que está errado e que um vídeo com dezenas de milhares comentários é impossível de moderar. Eu concordo, mas aí é problema do dono do canal. A rigor, quem é responsabilizado criminalmente é o dono da plataforma, no caso, é o YouTube. Se o YouTube deixar, ELE que se ferra. Assim, ele mete o machado para nao correr riscos, e acionistas não gostam de riscos desnecessários. Não gostam nem dos riscos necessários. Se blogs já sofrem com isso, vídeos não são exceção. Assim, canais do YouTube que postam vídeos baits para gerar raiva e estimular xoingamentos e o dono vendo a insânia tomar conta, vai estar ferrado. Ou corta a área de comentários (e isso vai ter um impacto meteórico na sua visualização) ou terá que moderar manualmente (ou fazer vídeos que não estimulem isso, mas aí é outra história, né?).
Sim, eu previ tudo isso. sabem por que e como eu previ? Eu estou postandp conteúdo na Internet há 21 anos. Vi o alvorecer dos sistemas de HTML puro, javascript, applets java, blogs etc. No final, é sempre a mesma coisa: anunciante manda, anunciador vai fazer o que querem e você, você que pensa ser o cliuente, é apenas o produto a ser vendido. Você não apita nada. Aceitem o fato.
Quem dos serviços gratuitos de blogs ou hospedagens tipo Geocities não aceitou comprou o próprio domínio e fez seu próprio site. Se vocês, usuários do YouTube não aceitarem o modo como o Google comanda aquilo, ou armazenam seus vídeos num servidor próprio (e ele vai sentar gostoso com a quantidade de acessos e seu provedor vai cobrar os tubos), ou migre para outro serviços como o Daily Motion, Vimeo, Streamable etc.
Mas nós sabemos o por que de vocês não fazerem isso, não é mesmo? Então, entuba e aceite como o dono da bola, do campo, dos uniformes e das chuteiras comanda o jogo.
https://ceticismo.net/2018/03/13/youtube-agora-saiu-capando-canais-grandes-e-enormes-andre-acerta-de-novo/
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Data da postagem: 15/03/2018, 10:28

PornHub estuda viabilidade de um serviço de vídeo livre para concorrer com o YouTube
O YouTube anda em polvorosa desde o último ano, quando uma série de medidas tomadas para melhorar o conteúdo da plataforma e ao mesmo cortar a grana que pagava em excesso a YouTubers entraram em vigor. O caso é que vários produtores já estão migrando para outras paragens, de modo a continuar fazendo uma graninha e uma delas, por mais hilário que possa parecer é o serviço de vídeos adultos PornHub.
De uns tempos para cá o Google entrou no modo Full Search & Destroy, caçando qualquer coisa que julgue nocivo ao YouTube e a seus negócios com os anunciantes, desde podar canais de teoristas da conspiração a cortar a grana de vídeos por diversos motivos: com conteúdo que a plataforma considera controverso mesmo que não infrinjam seus Termos de Serviço, que pirateiam obras de terceiros, que exibem conteúdos indevidos para menores ou mesmo por conta dos comentários dos usuários.
Basicamente os anunciantes, que são quem detêm a grana cansaram de ver seus produtos e campanhas atrelados a qualquer um e agora ou o YouTuber (que é produto, não cliente) se compromete a criar conteúdo original, livre e de qualidade e manter um ambiente belo, recatado e do lar ou não vai ver mais grana alguma, e mesmo a garantida vai cair e muito; não obstante o YouTube endureceu fortemente as condições para monetizar canais, tirando da jogada os muito pequenos com poucos assinantes e visualizações e também cortou o uso de links externos, restringindo-os ao máximo e limitando campanhas externas de patrocínio.
A última foi a restrição que o Youtube impôs a canais que falam sobre armas de fogo: qualquer vídeo com a intenção de promovê-las ou indicar a compra de itens do tipo será rejeitado, bem como aqueles que ensinam como fazer armas caseiras ou a utilizar acessórios como bump stocks e coisas similares. Vários vídeos antigos e canais inteiros estão sendo removidos. Só que enquanto canais de outros tipos de conteúdo começam a migrar para plataformas como Twitch, Vimeo e Dailymotion, entre outros (tirando o Facebook que não vai pagar mais ninguém), o canais de armas estão indo para o PornHub.
Diferente ou Youtube, as restrições nos Termos de Serviço do PornHub são bem menos severas e prevêem apenas como conteúdo não autorizado vídeos ofensivos, difamatórios, com discurso de ódio, preconceituosos ou que endossem comportamento criminoso. Fora isso vale tudo, até para viabilizar o conteúdo pr0n e atrair criadores (e estúdios) o serviço possui um sistema de monetização similar ao do concorrente, mas sua natureza afasta o público geral.
Só que isso pode mudar em breve. Ao ser questionada no Reddit se o PornHub pretendia lançar uma plataforma SFW, livre para todas a idades nos moldes da original de modo a acolher os egressos do YouTube, a gerente-sênior de Comunidade conhecida como Katie disse que hoje esta é uma possibilidade real, que evoluiu do que antes a empresa considerava como uma piada. Porém, com o Google tomando decisões cada vez mais antipáticas e afugentando os criadores que não conseguem fazer dinheiro, a executiva afirma que tal empreitada hoje “não seria mais uma loucura”.
No entanto Katie é realista: montar tal infra-estrutura não seria fácil e atrair os patrocinadores a um empreendimento novo, ainda mais linkado a um site de entretenimento adulto não seria nada fácil, logo ele não seria tão lucrativo quanto os usuários pensam. Ainda sim, o PornHub estaria estudando as possibilidades.
Hoje já existe muito conteúdo não-adulto no PornHub, mas deve demorar um pouco mais para a empresa tentar a sorte em um empreendimento muito maior que é lançar um serviço livre.
Fonte: Polygon.
http://meiobit.com/382074/pornhub-considera-lancar-servico-video-livre-para-acolher-criadores-saindo-youtube-apos-aumento-restricoes-e-corte-grana-desafios-sao-grandes-no-entanto-infraestrutura-anunciantes/
O YouTube anda em polvorosa desde o último ano, quando uma série de medidas tomadas para melhorar o conteúdo da plataforma e ao mesmo cortar a grana que pagava em excesso a YouTubers entraram em vigor. O caso é que vários produtores já estão migrando para outras paragens, de modo a continuar fazendo uma graninha e uma delas, por mais hilário que possa parecer é o serviço de vídeos adultos PornHub.
De uns tempos para cá o Google entrou no modo Full Search & Destroy, caçando qualquer coisa que julgue nocivo ao YouTube e a seus negócios com os anunciantes, desde podar canais de teoristas da conspiração a cortar a grana de vídeos por diversos motivos: com conteúdo que a plataforma considera controverso mesmo que não infrinjam seus Termos de Serviço, que pirateiam obras de terceiros, que exibem conteúdos indevidos para menores ou mesmo por conta dos comentários dos usuários.
Basicamente os anunciantes, que são quem detêm a grana cansaram de ver seus produtos e campanhas atrelados a qualquer um e agora ou o YouTuber (que é produto, não cliente) se compromete a criar conteúdo original, livre e de qualidade e manter um ambiente belo, recatado e do lar ou não vai ver mais grana alguma, e mesmo a garantida vai cair e muito; não obstante o YouTube endureceu fortemente as condições para monetizar canais, tirando da jogada os muito pequenos com poucos assinantes e visualizações e também cortou o uso de links externos, restringindo-os ao máximo e limitando campanhas externas de patrocínio.
A última foi a restrição que o Youtube impôs a canais que falam sobre armas de fogo: qualquer vídeo com a intenção de promovê-las ou indicar a compra de itens do tipo será rejeitado, bem como aqueles que ensinam como fazer armas caseiras ou a utilizar acessórios como bump stocks e coisas similares. Vários vídeos antigos e canais inteiros estão sendo removidos. Só que enquanto canais de outros tipos de conteúdo começam a migrar para plataformas como Twitch, Vimeo e Dailymotion, entre outros (tirando o Facebook que não vai pagar mais ninguém), o canais de armas estão indo para o PornHub.
Diferente ou Youtube, as restrições nos Termos de Serviço do PornHub são bem menos severas e prevêem apenas como conteúdo não autorizado vídeos ofensivos, difamatórios, com discurso de ódio, preconceituosos ou que endossem comportamento criminoso. Fora isso vale tudo, até para viabilizar o conteúdo pr0n e atrair criadores (e estúdios) o serviço possui um sistema de monetização similar ao do concorrente, mas sua natureza afasta o público geral.
Só que isso pode mudar em breve. Ao ser questionada no Reddit se o PornHub pretendia lançar uma plataforma SFW, livre para todas a idades nos moldes da original de modo a acolher os egressos do YouTube, a gerente-sênior de Comunidade conhecida como Katie disse que hoje esta é uma possibilidade real, que evoluiu do que antes a empresa considerava como uma piada. Porém, com o Google tomando decisões cada vez mais antipáticas e afugentando os criadores que não conseguem fazer dinheiro, a executiva afirma que tal empreitada hoje “não seria mais uma loucura”.
No entanto Katie é realista: montar tal infra-estrutura não seria fácil e atrair os patrocinadores a um empreendimento novo, ainda mais linkado a um site de entretenimento adulto não seria nada fácil, logo ele não seria tão lucrativo quanto os usuários pensam. Ainda sim, o PornHub estaria estudando as possibilidades.
Hoje já existe muito conteúdo não-adulto no PornHub, mas deve demorar um pouco mais para a empresa tentar a sorte em um empreendimento muito maior que é lançar um serviço livre.
Fonte: Polygon.
http://meiobit.com/382074/pornhub-considera-lancar-servico-video-livre-para-acolher-criadores-saindo-youtube-apos-aumento-restricoes-e-corte-grana-desafios-sao-grandes-no-entanto-infraestrutura-anunciantes/
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Data da postagem: 27/03/2018, 08:34