
Antigo Religião é Veneno
Tabagismo: Não consulte o Google
Autor: Neotribalista | Categoria: Área de Testes | Exibições: 1219 Comentários: 34

Neuromancer disse: Comecei fumar no finalzinho de 94, mas não me considerava fumante, eu fumava de forma irregular, às vezes 1 cigarro ao dia, as vezes 4 ou 5 cigarros por semana, e assim foi até 2008, quando me tornei fumante de verdade, a ponto de chegar do trabalho às 11 da noite e sair de novo atrás de cigarro, fumava cerca de um maço por dia.
Escravidão.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 30/08/2011, 06:46

Eu não estou aqui para fazer apologia ao tabagismo, Fernando.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 30/08/2011, 09:35

Apatico disse: Eu não estou aqui para fazer apologia ao tabagismo, Fernando.
Sei disto, mas continuo achando que tabagismo é escravidão, a ponto de o viciado sair de madrugada, na chuva, para tentar comprar mais cigarros. Isto depois de fumar todas as guimbas que encontrou.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 30/08/2011, 10:41

Fernando_Silva disse: continuo achando que tabagismo é escravidão
Todo e qualquer vício é uma escravidão
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 30/08/2011, 10:52

user f.k.a. Cabeção escreveu:
Mais ridiculo do que um adulto jogando fumaca e toxinas nas suas proprias vias respiratorias e um outro adulto achar que tem o direito de dizer que ele nao deve fazer isso; ou se sentir superior por nao faze-lo.
http://religiaoeveneno.com.br/antigo/viewtopic.php?p=218651&sid=b69073284955b09c81d683041635f7a6#p218651
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 30/08/2011, 20:21

O direito a se ter uma opinião e se sentir superior é sagrado.
Os ridículos que criticavam a escravidão um dia venceram.
Os ridículos que reclamavam dos que jogavam fumaça na sua cara estão perto de vencer.
Se os fumantes só fizerem mal a si mesmos, que se danem (se é que é possível fazer mal a si mesmo sem prejudicar ninguém).
Os ridículos que criticavam a escravidão um dia venceram.
Os ridículos que reclamavam dos que jogavam fumaça na sua cara estão perto de vencer.
Se os fumantes só fizerem mal a si mesmos, que se danem (se é que é possível fazer mal a si mesmo sem prejudicar ninguém).
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 31/08/2011, 06:29

A evolução humana...
Ano 1959: Homem fumar era bonito, dar o rabo era feio.
Ano 2011: Homem fumar é feio, dar o rabo é bonito.
Recebi hoje num Email e achei que devia repartir com vocês...
Ano 1959: Homem fumar era bonito, dar o rabo era feio.
Ano 2011: Homem fumar é feio, dar o rabo é bonito.
Recebi hoje num Email e achei que devia repartir com vocês...
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/09/2011, 11:09

PROTEUS disse: Ano 2011: Homem fumar é feio, dar o rabo é bonito.
Continua não sendo bonito, mas já é mais aceito como sendo um direito de quem quer dar e de quem quer comer.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 01/09/2011, 11:26

Fernando Silva escreveu:
O direito a se ter uma opinião e se sentir superior é sagrado.
Os ridículos que criticavam a escravidão um dia venceram.
Os ridículos que reclamavam dos que jogavam fumaça na sua cara estão perto de vencer.
Se os fumantes só fizerem mal a si mesmos, que se danem (se é que é possível fazer mal a si mesmo sem prejudicar ninguém).
Evidentemente, todos são titulares do direito de acharem o que quiserem, por mais ignorantes e preconceituosas que sejam suas idéias, mas não estamos falando disso.
Estamos falando do trade-of gerado pela interferência entre os hábitos de fumantes e não-fumantes, e não sobre as opiniões internas opostas porém não-excludentes que cada um deles possa nutrir.
Fumantes geram resíduos devido a sua atividade, mas até que ponto um ar perfeitamente livre de resíduos de tabaco é um direito inalienável de um não-fumante é uma questão complicada.
A própria visão de que fumantes geram resíduos atmosféricos é viciada pela perspectiva apriorística de que a atividade do fumante é uma violação da normalidade, mas numa sociedade onde o fumo fosse suficientemente comum seria a atividade enquanto não-fumante que geraria resíduos na forma de um déficit de monóxido de carbono e enxofre para os demais.
O ponto aqui é que ar é um recurso de caráter majoritariamente público e que portanto transporta as externalidades da atividade humana (e não-humana) ocorrendo na vizinhança próxima do indivíduo.
As dificuldades práticas existentes em se privatizar o uso do ar exigem que certos princípios de jurisprudência e tolerância sejam adotados de maneira a acomodar custos respectivos aceitáveis por ambas as partes.
Por exemplo, existem benefícios de compartilhar o ar viciado por fumantes, se estes fumantes forem mais interessantes como indivíduos do que as companias alternativas não-fumantes disponíveis. Nesse caso, você escolhe coexistir temporariamente com o fumo ocorrendo naquele ambiente.
Mas às vezes temos a noção de que as circunstâncias determinantes da composição da nossa vizinhança não são completamente voluntárias. Por exemplo, podemos estar sentados ao lado de um fumante desconhecido num avião ou restaurante, por um infeliz acidente de acomodação aleatória da clientela.
Novamente aqui, não há como concluir que o fumante é o indivíduo criador do transtorno. Talvez seja política da compania aérea ou do restaurante a tolerância com o tabagismo, e você tenha tido o descuido de não checar esse critério. A companhia certamente pesou os custos impositivos sobre fumantes e não fumantes, ou o quanto cada um deles estaria disposto a pagar para por sua norma em vigor, e optou pela política mais adequada para ela.
É um fato estatístico-objetivo indiscutível o de que a “maioria das pessoas” seja não-fumante, ou que seja não-fumante na maior parte de seu tempo. Mas falar da “maioria das pessoas” ao se discutir aspectos normativos locais é pouco conseqüente, na medida em que as interações locais não se passam entre maiorias, mas entre os estratos específicos que povoam determinadas localidades. Porque uma regra que faria sentido em se falando de maiorias abstratas precisaria prevalecer na localidade habitada estratos específicos é uma questão que poucas vezes é levantada pelos auto-ungidos defensores da humanidade.
A imposição de uma visão única e global de mundo e a conduta individual associada a ela não é o processo de civilização, mas é justamente o tipo de fundamentalismo totalitário que eventualmente nos remeterá à barbárie.
O progressismo através da sua doutrina do "politicamente correto" tem procurado contaminar os mecanismos institucionais de um totalitarismo sub-reptício, que aos poucos vem avançando na subtração sistemática de nossas liberdades linguísticas e comportamentais, invertendo valores estéticos e morais tradicionalmente consagrados pelas escolhas e julgamentos feitos pelos indivíduos ao longo da história, como o exemplo dado pelo usuário PROTEUS bem ilustra.
Os últimos anos viram a sodomia se transformar em sacramento, embora o típico praticante da mesma continue apresentando degenerações tais como consumo de entorpecentes, irresponsabilidade venérea e outros comportamentos marginais; enquanto o tabagismo se transformava em heresia mortal, mesmo que este tenha sido hábito característico entre grandes homens do passado. Um marco dessa transição se apresenta no fato de que gradualmente o fumo vem se tornando um empecilho maior a adoção de crianças do que a pederastia.
O alvo dessa campanha de propaganda e lavagem cerebral é a desintegração da frágil estrutura de sociedade aberta alcançada no ocidente civilizado.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 05/09/2011, 08:12

ufka_Cabecao disse: Os últimos anos viram a sodomia se transformar em sacramento, embora o típico praticante da mesma continue apresentando degenerações tais como consumo de entorpecentes, irresponsabilidade venérea e outros comportamentos marginais; enquanto o tabagismo se transformava em heresia mortal, mesmo que este tenha sido hábito característico entre grandes homens do passado.
Grandes homens do passado tiveram escravos e trataram suas mulheres como simples reprodutoras. Acho que este não é um critério válido.
Por outro lado, não creio que sodomia leve ao consumo de entorpecentes e irresponsabilidade venérea. Homens heterossexuais também consomem entorpecentes e são irresponsáveis. Conheço gente que só começou a usar camisinha lá pelos 40, isto depois de pegar umas 10 gonorréias e financiar 'trocentos' abortos.
0
0
0
0
0
0
0
Data da postagem: 05/09/2011, 11:33