
Antigo Religião é Veneno
Matemática revolucionária
Autor: user f.k.a. Cabeção | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 6722 Comentários: 56
Matemática revolucionária
por Percival Puggina em 15 de junho de 2007
Resumo: Mais um exemplo de charlatanice esquerdista apresentada como produção intelectual séria.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Há alguns dias escrevi sobre os “fazedores de cabeça” que embrutecem a inteligência acadêmica do país, alimentando-a com as rematadas tolices da literatura esquerdista. Agora, recebo outra robusta prova dos extremos a que chega esse processo. Trata-se de uma tese de doutorado. Ela se tornou conhecida pelo convite divulgado pelo autor para o ato de defesa que ocorreu no final do mês passado. A mensagem passou a circular na rede. Omitirei o autor e a instituição porque prefiro denunciar o veneno a dar publicidade à cobra. O importante, aqui, é o fato em si. O autor existe. Há diversas referências a ele na internet e o que pude ler é totalmente coerente com o que segue abaixo, na reprodução do convite que fez a seus pares. Após indicar o quando e o onde da apresentação, ele designa o trabalho que apresentará e que trata das “contribuições de Paulo Freire e Ubiratan D'Ambrosio para a formação do professor de matemática no Brasil”. E resume assim o conteúdo da apresentação:
“Nos impusemos como tarefa analisar a formação do professor de matemática de modo contextualizado com a nossa realidade social atual e reconstituindo a função histórica que a nossa escola e a formação docente desempenharam como reforçadora das desigualdades sociais e mantenedoras do status quo da sociedade capitalista”.
“No levantamento histórico, utilizamos as contribuições de G. Freyre, S. B. de Holanda, C. Prado Júnior, L. Basbaum, C. Furtado, F. de Azevedo, J. K. Galbraith, O. de O. Romanelli, A. Teixeira, entre outros. E, em nossa análise, nos valemos das contribuições de K. Marx, F. Engels, A. Gramsci, M. Chauí, L. Althusser, J. Contreras, O. Skovsmose A. Ponce, M. Gadotti, K. Kosik e outros referenciais próprios da área”.
“A formação do professor de matemática é vista como resultado de um processo histórico-cultural que mantém ainda uma forte herança de elementos de uma sociedade colonial, corroborado pela não participação democrática do povo brasileiro em seu processo de constituição sócio-cultural numa sociedade capitalista e excludente”. E segue, anunciando que “os atuais processos de formação de professor de matemática ainda são fortemente sedimentados numa formação alienada aos ditames de uma sociedade de classes, que não permite ao futuro professor compreender e fazer uso da necessária autonomia inerente à sua atuação. (...) Assim, a investigação indica a necessidade de uma atuação dos formadores no sentido de conscientizar os futuros professores de matemática de sua tarefa como intelectuais orgânicos a serviço da construção da hegemonia dos excluídos, dos explorados em geral”.
Como se vê, o doutor está convencido de que a tarefa de um professor de matemática é servir à construção da hegemonia dos excluídos. Pergunto eu: de que serve, para esse fim, ensinar tabuada, trigonometria e álgebra? Qual a função revolucionária de integrais e diferenciais? Nessa perspectiva, matemática financeira deve ser matéria neoliberal e cálculo de área coisa prá dono de latifúndio. Calcule, agora, leitor, onde essa coisa vai parar.
http://www.midiasemmascara.com.br/artig ... anguage=pt
por Percival Puggina em 15 de junho de 2007
Resumo: Mais um exemplo de charlatanice esquerdista apresentada como produção intelectual séria.
© 2007 MidiaSemMascara.org
Há alguns dias escrevi sobre os “fazedores de cabeça” que embrutecem a inteligência acadêmica do país, alimentando-a com as rematadas tolices da literatura esquerdista. Agora, recebo outra robusta prova dos extremos a que chega esse processo. Trata-se de uma tese de doutorado. Ela se tornou conhecida pelo convite divulgado pelo autor para o ato de defesa que ocorreu no final do mês passado. A mensagem passou a circular na rede. Omitirei o autor e a instituição porque prefiro denunciar o veneno a dar publicidade à cobra. O importante, aqui, é o fato em si. O autor existe. Há diversas referências a ele na internet e o que pude ler é totalmente coerente com o que segue abaixo, na reprodução do convite que fez a seus pares. Após indicar o quando e o onde da apresentação, ele designa o trabalho que apresentará e que trata das “contribuições de Paulo Freire e Ubiratan D'Ambrosio para a formação do professor de matemática no Brasil”. E resume assim o conteúdo da apresentação:
“Nos impusemos como tarefa analisar a formação do professor de matemática de modo contextualizado com a nossa realidade social atual e reconstituindo a função histórica que a nossa escola e a formação docente desempenharam como reforçadora das desigualdades sociais e mantenedoras do status quo da sociedade capitalista”.
“No levantamento histórico, utilizamos as contribuições de G. Freyre, S. B. de Holanda, C. Prado Júnior, L. Basbaum, C. Furtado, F. de Azevedo, J. K. Galbraith, O. de O. Romanelli, A. Teixeira, entre outros. E, em nossa análise, nos valemos das contribuições de K. Marx, F. Engels, A. Gramsci, M. Chauí, L. Althusser, J. Contreras, O. Skovsmose A. Ponce, M. Gadotti, K. Kosik e outros referenciais próprios da área”.
“A formação do professor de matemática é vista como resultado de um processo histórico-cultural que mantém ainda uma forte herança de elementos de uma sociedade colonial, corroborado pela não participação democrática do povo brasileiro em seu processo de constituição sócio-cultural numa sociedade capitalista e excludente”. E segue, anunciando que “os atuais processos de formação de professor de matemática ainda são fortemente sedimentados numa formação alienada aos ditames de uma sociedade de classes, que não permite ao futuro professor compreender e fazer uso da necessária autonomia inerente à sua atuação. (...) Assim, a investigação indica a necessidade de uma atuação dos formadores no sentido de conscientizar os futuros professores de matemática de sua tarefa como intelectuais orgânicos a serviço da construção da hegemonia dos excluídos, dos explorados em geral”.
Como se vê, o doutor está convencido de que a tarefa de um professor de matemática é servir à construção da hegemonia dos excluídos. Pergunto eu: de que serve, para esse fim, ensinar tabuada, trigonometria e álgebra? Qual a função revolucionária de integrais e diferenciais? Nessa perspectiva, matemática financeira deve ser matéria neoliberal e cálculo de área coisa prá dono de latifúndio. Calcule, agora, leitor, onde essa coisa vai parar.
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Data da postagem: 16/06/2007, 12:13
Isso me lembrou ano passado, quando eu apresentei meu projeto sobre um resultado novo em um tipo de sistema dinamico regido por EDPs parabolicas proposto por Avner Friedman, e eu assisti, em outra sessao, a uma apresentacao de outros alunos a respeito da "funcao social" do professor de matematica, e sobre metodos para conciliar a matematica a realidade social de cada comunidade, onde a mesma lenga lenga era regurgitada diante da plateia.
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Data da postagem: 16/06/2007, 12:18
user f.k.a. Cabeção
e eu assisti, em outra sessao, a uma apresentacao de outros alunos a respeito da "funcao social" do professor de matematica, e sobre metodos para conciliar a matematica a realidade social de cada comunidade, onde a mesma lenga lenga era regurgitada diante da plateia.
E o que você fez?
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Data da postagem: 16/06/2007, 13:40
user f.k.a. CabeçãoComo se vê, o doutor está convencido de que a tarefa de um professor de matemática é servir à construção da hegemonia dos excluídos. Pergunto eu: de que serve, para esse fim, ensinar tabuada, trigonometria e álgebra? Qual a função revolucionária de integrais e diferenciais? Nessa perspectiva, matemática financeira deve ser matéria neoliberal e cálculo de área coisa prá dono de latifúndio. Calcule, agora, leitor, onde essa coisa vai parar.
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Bom, o professor de matemática tem outra escolha: servir à hegemonia já construída das classes dominantes.
Toda atividade humana é permeada por ideologia, e a educação não é diferente, como Paulo Freire nos mostrou brilhantemente.
A questão não é se a matemática financeira é "coisa de capitalista", ninguém está falando isso, mas como o professor a ensina, qual a ideologia q ele defende nas entrelinhas do processo de ensino-aprendizagem, e, principalmente, como ele pode agir para q o conhecimento construído com os alunos possa causar impacto em suas vidas, tornando-os conscientes do mundo à sua volta e ampliando sua capacidade de reflexão e tomada de decisão, isto é, tornando-o mais "livre".
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Data da postagem: 20/06/2007, 10:25

Ensina-se muito "fazer a conta" e pouquíssimo das aplicações inerentes. Acho que foi isso que entendi.
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Data da postagem: 20/06/2007, 10:44
dreaminguser f.k.a. CabeçãoComo se vê, o doutor está convencido de que a tarefa de um professor de matemática é servir à construção da hegemonia dos excluídos. Pergunto eu: de que serve, para esse fim, ensinar tabuada, trigonometria e álgebra? Qual a função revolucionária de integrais e diferenciais? Nessa perspectiva, matemática financeira deve ser matéria neoliberal e cálculo de área coisa prá dono de latifúndio. Calcule, agora, leitor, onde essa coisa vai parar.
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Bom, o professor de matemática tem outra escolha: servir à hegemonia já construída das classes dominantes.
Toda atividade humana é permeada por ideologia, e a educação não é diferente, como Paulo Freire nos mostrou brilhantemente.
A questão não é se a matemática financeira é "coisa de capitalista", ninguém está falando isso, mas como o professor a ensina, qual a ideologia q ele defende nas entrelinhas do processo de ensino-aprendizagem, e, principalmente, como ele pode agir para q o conhecimento construído com os alunos possa causar impacto em suas vidas, tornando-os conscientes do mundo à sua volta e ampliando sua capacidade de reflexão e tomada de decisão, isto é, tornando-o mais "livre".
A funcao do professor de Matematica e ensinar Matematica.
Ele deve ensinar tabuada, teorema de pitagoras, equacao do segundo grau. Deve garantir que seus alunos aprenderam bem o conteudo de sua disciplina aplicando provas que mecam o conhecimento de Matematica, e nao a "conscientizacao social" ou alguma besteira que o valha.
E isso esta sendo muito mal feito, sobretudo porque algumas pessoas mal intencionadas resolveram usar a sala de aula para doutrinacao em tempo integral.
O que normalmente, ainda que indesejavel, se restringiria as aulas de geografia e historia agora acontece tambem em materias completamente desassociadas a ideologias politicas como a Matematica.
A afirmacao de que a ideologia interfere na atividade humana pode ou nao ser verdadeira, que isso nao muda o fato de que o professor de Matematica, seja ele de direita ou esquerda, macumbeiro ou catolico, deve ensinar a unica Matematica que existe, que e independente de ideologias, vale para rico e para o pobre, para o preto e para o branco.
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Data da postagem: 20/06/2007, 11:02
Res CogitansA melhor maneira de ensinar é aquela que promove maior assimilação, o professor é CO-responsável pelo resultado dos seus alunos, em vários países conhecidos por sua qualidade de ensino os professores são avaliados conforme o rendimento dos seus alunos. Já por aqui...
E o rendimento desses alunos e avaliado em termos de conhecimentos especificos da materia ministrada pelo professor.
Ha muito os professores no Brasil acreditam nessa babaquice de "pedagogia do oprimido", e nossas criancas sao cada vez mais ignorantes.
Nao acho que o proposito desses professores seja emburrecer as criancas. Eles sao as criancas que foram emburrecidas e agora sao usadas como instrumentos para emburrecer mais ainda as novas geracoes.
A elite intelectual, o mainstream academico, e quem esta por tras desse processo, desde o dia em que deram a si mesmos esse "titulo".
E Paulo Freire foi um dos seus grandes expoentes.
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Data da postagem: 20/06/2007, 11:35
user f.k.a. Cabeçãodreaminguser f.k.a. CabeçãoComo se vê, o doutor está convencido de que a tarefa de um professor de matemática é servir à construção da hegemonia dos excluídos. Pergunto eu: de que serve, para esse fim, ensinar tabuada, trigonometria e álgebra? Qual a função revolucionária de integrais e diferenciais? Nessa perspectiva, matemática financeira deve ser matéria neoliberal e cálculo de área coisa prá dono de latifúndio. Calcule, agora, leitor, onde essa coisa vai parar.
http://www.midiasemmascara.com.br/artig ... anguage=pt
Bom, o professor de matemática tem outra escolha: servir à hegemonia já construída das classes dominantes.
Toda atividade humana é permeada por ideologia, e a educação não é diferente, como Paulo Freire nos mostrou brilhantemente.
A questão não é se a matemática financeira é "coisa de capitalista", ninguém está falando isso, mas como o professor a ensina, qual a ideologia q ele defende nas entrelinhas do processo de ensino-aprendizagem, e, principalmente, como ele pode agir para q o conhecimento construído com os alunos possa causar impacto em suas vidas, tornando-os conscientes do mundo à sua volta e ampliando sua capacidade de reflexão e tomada de decisão, isto é, tornando-o mais "livre".
A funcao do professor de Matematica e ensinar Matematica.
Assim como a do biólogo é ensinar o q são vírus sem mostrar como eles são utilizados como armas biológicas, e os físicos devem ensinar física sem tocar no assunto bomba atômica? Todo conhecimento tem um caráter histórico e social.
user f.k.a. CabeçãoEle deve ensinar tabuada, teorema de pitagoras, equacao do segundo grau. Deve garantir que seus alunos aprenderam bem o conteudo de sua disciplina aplicando provas que mecam o conhecimento de Matematica, e nao a "conscientizacao social" ou alguma besteira que o valha.
Ninguém está falando q isso tudo não deva ser ensinado. O q eu defendo é q conhecer matemática é fundamental para a liberdade do indivíduo, uma vez q esse conhecimento permite q ele não seja enganado em muitas situações. Antigamente (e provavelmente hj em dia tb) mts analfabetos eram enganados pelos fazendeiros com uma enxurrada de números q eram utilizados como arma para manter o cabresto nesses trabalhadores, lesando-os na sua devida remuneração. De q adianta um aluno saber a tabuada se não sabe utilizá-la no mundo à sua volta? Hj mesmo, nós aprendemos toda essa matemática na escola, mas eu pergunto: nós sabemos aplicá-la ao mundo financeiro? nós entendemos o q os economistas falam no jornal? de q adianta aprender matemática financeira, fazer um monte de provas repetitivas q não avaliam nada, se não aprendemos a utilizar esse conhecimento na vida?
user f.k.a. CabeçãoE isso esta sendo muito mal feito, sobretudo porque algumas pessoas mal intencionadas resolveram usar a sala de aula para doutrinacao em tempo integral.
Sem dúvida a educação no Brasil tem sérios problemas, mas é uma escolha peculiar culpar as metodologias ativas de ensino-aprendizagem por isso. Afinal, durante toda a história nós utilizamos o método tradicional de ensino q vc defende, ainda hj a grande maioria das escolas e professores utilizam esse método, então parece mais provável q quem esteja mal-intencionado e fazendo o serviço mal feito seja esse grupo de professores acomodados em sua prática e q fingem não perceber suas falhas há anos.
user f.k.a. CabeçãoO que normalmente, ainda que indesejavel, se restringiria as aulas de geografia e historia agora acontece tambem em materias completamente desassociadas a ideologias politicas como a Matematica.
Nem vou tentar imaginar o q vc pensa ser desejável discutir nas aulas de história e geografia, mas o fato é q esse modelo de ensino em q existe divisão entre as disciplinas foi criada pelos jesuítas. No mundo nós não utilizamos esses conhecimentos isoladamente, na verdade nós precisamos é integrar todos no processo de decisão, qd precisamos fazer escolhas em nossa vida.
user f.k.a. CabeçãoA afirmacao de que a ideologia interfere na atividade humana pode ou nao ser verdadeira, que isso nao muda o fato de que o professor de Matematica, seja ele de direita ou esquerda, macumbeiro ou catolico, deve ensinar a unica Matematica que existe, que e independente de ideologias, vale para rico e para o pobre, para o preto e para o branco.
Essa afirmação acima mostra q vc precisa estudar mais matemática. Afinal, depois q Poincaré demonstrou a validade das geometrias não-euclidianas, não existe mais uma matemática verdadeira, mas sim várias matemáticas q podem ser utilizadas para a leitura do universo. Desde então a matemática foi arrancada da posição de verdade absoluta para figurar como mais uma das interpretações humanas da natureza.
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Data da postagem: 20/06/2007, 11:42
user f.k.a. CabeçãoRes CogitansA melhor maneira de ensinar é aquela que promove maior assimilação, o professor é CO-responsável pelo resultado dos seus alunos, em vários países conhecidos por sua qualidade de ensino os professores são avaliados conforme o rendimento dos seus alunos. Já por aqui...
E o rendimento desses alunos e avaliado em termos de conhecimentos especificos da materia ministrada pelo professor.
Ha muito os professores no Brasil acreditam nessa babaquice de "pedagogia do oprimido", e nossas criancas sao cada vez mais ignorantes.
Nao acho que o proposito desses professores seja emburrecer as criancas. Eles sao as criancas que foram emburrecidas e agora sao usadas como instrumentos para emburrecer mais ainda as novas geracoes.
A elite intelectual, o mainstream academico, e quem esta por tras desse processo, desde o dia em que deram a si mesmos esse "titulo".
E Paulo Freire foi um dos seus grandes expoentes.
Repito: culpar Paulo Freire e a pedagogia do oprimido pelas dificuldades da educação no Brasil é ridículo, afinal a maioria em peso das escolas e professores utilizou e utiliza o método tradicional q vc defende.
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Data da postagem: 20/06/2007, 11:55

user f.k.a. CabeçãoRes CogitansA melhor maneira de ensinar é aquela que promove maior assimilação, o professor é CO-responsável pelo resultado dos seus alunos, em vários países conhecidos por sua qualidade de ensino os professores são avaliados conforme o rendimento dos seus alunos. Já por aqui...
E o rendimento desses alunos e avaliado em termos de conhecimentos especificos da materia ministrada pelo professor.
Ha muito os professores no Brasil acreditam nessa babaquice de "pedagogia do oprimido", e nossas criancas sao cada vez mais ignorantes.
Nao acho que o proposito desses professores seja emburrecer as criancas. Eles sao as criancas que foram emburrecidas e agora sao usadas como instrumentos para emburrecer mais ainda as novas geracoes.
A elite intelectual, o mainstream academico, e quem esta por tras desse processo, desde o dia em que deram a si mesmos esse "titulo".
E Paulo Freire foi um dos seus grandes expoentes.
Concordo.
Matemática é para ensinar e ser praticada. Por isso eu amo Matamática! Simples, rápida e ótima.
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Data da postagem: 20/06/2007, 11:58
Res CogitansA melhor maneira de ensinar é aquela que promove maior assimilação, o professor é CO-responsável pelo resultado dos seus alunos, em vários países conhecidos por sua qualidade de ensino os professores são avaliados conforme o rendimento dos seus alunos. Já por aqui...
Assimilar é importante, sem dúvida, mas refletir sobre o q se assimilou tb. É necessário q os alunos adquiram senso crítico, ou eles continuarão sendo manipulados pelos grupos dominantes e pela mídia. Concordo com vc, o professor deve ser co-responsável pelos resultados dos seus alunos, mas é preciso q os alunos assumam tb a sua responsabilidade no processo de ensino-aprendizagem, assumindo papel ativo na construção do conhecimento e não permanecendo de maneira apática à espera de q o professor os ilumine com uma centelha do seu conhecimento superior.
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Data da postagem: 20/06/2007, 12:00