Antigo Religião é Veneno
Homossexualismo , Homofobia , Racismo, Feminismo , etc...
Autor: Emmedrado | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 9113 Comentários: 650
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Dois detalhes interessantes nesse vídeo: 1 - notem como muda o tom de voz da primeira entrevistada quando chega perto da parte mais pesada do testemunho dela. 2 - os círculos sociais compostos por quem se diz "progressista" são rígidos ao extremo, inclusão de cool é rola, não é a toa que se comparar com um culto as semelhanças são gritantes.

https://youtube.com/watch?v=ib6bHW3l3mk&feature=youtu.be
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Politicamente correto - Não se pode falar nada, tudo ofende

Por Eduardo Affonso 04/06/2022

Programa jornalístico (hipotético) de televisão. Quatro homens e uma mulher estão a postos para discutir violência sexista. O diálogo se dá entre Carol e Marcelo (nomes fictícios). Na volta do intervalo, Marcelo toma a iniciativa.

— A gente dá uns escorregões às vezes, né?, e a gente tem que lembrar pra não dar um escorregão, e há pouco cê usou uma palavra que a gente não usa mais...

— Supimpa? Lambisgoia? Entrementes? Sirigaita?

— Não, uma palavra racista: denegrir.

— Mas denegrir é tão racista quanto amarelar, ficar vermelho de raiva ou dar um branco...

— Não, Carol. Qualquer palavra ou expressão que associe a cor preta a algo negativo toca num ponto sensível e contribui para a perpetuação do racismo.

— Mesmo que não tenha a ver com cor de pele, como “quando eu era criança, tinha medo do escuro”?

— Sim. Mesmo sem a intenção de ofender, estamos ofendendo e reproduzindo discursos de intolerância. Não pode.

— Não tinha pensado nisso. Que burrice a minha, Marcelo!

— Escorregou de novo, Carol. Chamar de burro alguém carente de inteligência é especismo, uma forma de preconceito que coloca a espécie humana acima das outras e atribui aos animais nossas características mais reprováveis. Ao repetir essas coisas — fazer papagaiada, ser galinha, ou um verme, uma anta, uma víbora —, você discrimina e oprime os animais não humanos.

— Nossa, que loucura!

— Mais um escorregão, Carol. Além de racista e especista, você agora está sendo capacitista e contribuindo para a desqualificação de pessoas com deficiência, com base no prejulgamento em relação a sua capacidade cognitiva. Cada vez que você emprega uma expressão dessas, coloca mais obstáculos à inclusão de pessoas portadoras de distúrbios psíquicos.

— Gente, eu devo estar ficando velha, porque...

— Carol, cê usou outra palavra proibida! Relacionar a idade a certos comportamentos inadequados é etarismo, a marginalização de grupos etários com base em estereótipos. Falas como essa aumentam a dificuldade de inserção de pessoas da melhor idade no mercado de trabalho, levam a disparidades salariais e até ao aumento no risco de doença cardiovascular. Simplesmente, pare!

— Vou ficar atenta, porque essas coisas parecem frescura, mas...

— Frescura? Você acaba de ser homofóbica, transfóbica, nãobinariofóbica, genderfluidfóbica...

— Mas eu não tenho nenhum tipo de objeção à orientação sexual de ninguém! Me sinto confortável com o homossexualismo e...

— Homossexualidade! Homossexuali-da-de. O sufixo “ismo” é usado para identificar doenças!

— Então progressismo, socialismo, modernismo e iluminismo são doenças?

— Carol, não mude de assunto. Por isso que eu quis te chamar a atenção, para que você mesma pudesse se desculpar.

— Tá bom, Marcelo. Mas você me corrigir publicamente e me explicar o que é isso, o que é aquilo, não é mansplaining?

— Bem, não conseguimos falar sobre sexismo neste bloco, então vamos para um pequeno intervalo e já voltamos, para tratar de censura e dos riscos que o fascismo representa para a liberdade de pensamento e de expressão.

https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/nao-se-pode-falar-nada-tudo-ofende.html
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Tava em dúvida em por no tópico do @Judas pelo tema envolver grandes corporações:

https://youtu.be/VYZou87IwUs
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'Top Gun: Maverick' e o machismo tóxico

Novo filme de Tom Cruise transborda testosterona, considerada o chorume do século XX. Sim, leitor, já notei que o sujeito que quer salvar o mundo por conta própria, virar herói, está morto e enterrado

Leo Aversa 14/06/2022


Levei o meu filho para ver o novo “Top gun”. Eu era um adolescente quando o primeiro estreou nos cinemas. Que espetáculo! Hoje, informado como estou sobre o papel do homem contemporâneo, percebo que se tratava de um monumento ao machismo tóxico. Que vergonha!

Também percebi que problematizar a continuação do filme seria uma excelente oportunidade de mostrar ao meu filho como o pai dele está antenado com os tempos que correm: sim, um pai moderno, desconstruído, sensível às causas mais progressistas.

“Top gun: Maverick” é um filme que transborda testosterona, considerada o chorume do século XX. Sim, leitor, tô sabendo como a banda toca. Já notei que o sujeito que quer salvar o mundo por conta própria, virar herói, está morto e enterrado. Vejam o 007: agora ele tem crises de consciência e ambiciona relacionamentos estáveis. Parece que no próximo filme o agente secreto inglês vai enfrentar uma pilha de boletos, uma DR no domingo à noite e o cancelamento do Uber na hora da pressa. Não é melhor assim? “Viva o contínuo questionamento da condição masculina!”, repito para o garoto, tentando impressionar a nova geração.

Vamos aos aviões do filme: como definiu alguém nas redes, são objetos fálicos (e eu, ingênuo, achava que se um avião não tivesse um formato fálico sequer levantaria voo, mas talvez a aerodinâmica precise ler Freud). Se os caças do “Top gun” são fálicos, os sabres de luz de “Star wars” devem ser pornográficos. Melhor deixar quieto.

O meu número ia bem até que começaram as perseguições aéreas: soltei um “Woooo-hoooo!!!” sem querer. Para disfarçar o rompante disse que, na verdade, tinha sido um “buuuu” e que estava vaiando a cena. “Filho, aviões supersônicos que atiram mísseis não são corretos, nem sequer numa tela”. “Motos velozes também não”, ele completou. “Trata-se de veículos para seres primitivos”, acrescentei, “Um filme de ação com o herói andando de velocípede, por uma relva suave, acenando aos Teletubbies e desviando das formigas seria mais apropriado”. Senti na cara do meu filho a admiração pela modernidade do pai.

O filme continuou.

Maverick, o protagonista, agora é um homem de meia-idade que não encontra lugar no mundo atual. O almirante/vilão joga o fato na cara: “O fim é inevitável, Maverick. Pessoas do seu tipo estão destinadas à extinção”. “Talvez, senhor, mas não hoje”, ele responde.

Escorreram-me lágrimas. Outro deslize. Era a masculinidade old-school, morta e enterrada como um herói, puxando o meu pé. Expliquei ao meu filho que se tratava apenas uma reação alérgica aos códigos morais do século passado. Uma espécie de rinite cultural. O garoto já estava começando a duvidar da minha contemporaneidade. “Top gun” é um filme tinhoso, faz você esquecer o que acabou de aprender.

É preciso disfarçar. Passei o resto do filme alternando “tsk-tsk...” com “Que absurdo!”

No fim — spoiler alert para quem nunca viu um filme de ação — o piloto considerado ultrapassado consegue vencer os vilões e completar a missão. Por puro reflexo levantei e aplaudi de pé. O menino ficou mais cabreiro ainda. “Estou só tirando a poeira das mãos, a poeira do patriarcado decadente”, disse meio sem jeito.

Não sei se consegui convencê-lo. Acho que será necessário um terceiro “Top gun”.

https://oglobo.globo.com/cultura/top-gun-maverick-o-machismo-toxico-1-25527022
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O filme é bom pra mim que gosto de anos 80. Adorei. Recomendo assistir em cinema porque o som é extraordinário, Imax se possível.
Foi bom ver o avião mais bonito da história voando de novo, o F-14 Tomcat. Cenas reais com força G e tudo mais.
Coisa rara de se ver hoje onde tudo é CG.
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Judas;c-62487O filme é bom pra mim que gosto de anos 80. Adorei. Recomendo assistir em cinema porque o som é extraordinário, Imax se possível.
Foi bom ver o avião mais bonito da história voando de novo, o F-14 Tomcat. Cenas reais com força G e tudo mais.
Coisa rara de se ver hoje onde tudo é CG.


https://www.youtube.com/watch?v=KEwCne2vnFc
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https://magg.sapo.pt/amp/atualidade/atualidade-nacional/artigos/agressao-fisica-nos-santos-populares


- mulheres e homens agredidos, mas tudo é resumido ao machismo e ofensas às mulheres.
- homens pedem desculpa...
- polícia subtilmente é maltratada por não"fazer nada".


Realidade:
- falta de efectivo policial.
- agressores são negros, nada de acusar de racismo.
- sobretudo, não procurar resolver problemas de violência crescente nas cidades lusas. O que importa é abaixo o Patriarcado.


Estamos sem futuro, esta nova geração não compreende o mundo.
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Clinica de transição pra menores de idade vai ser fechada depois de inspeções, mostraram que o lugar além de não ter recursos seguros empurra os menores na direção da transição, sabe-se lá quantos já foram prejudicados pela clinica.

Esse pesadelo só acaba quando a corja que defende essa ideologia parar de fingir que é oprimida e começar a temer pela vida de verdade.

Fonte: https://www.dailymail.co.uk/news/article-11057813/Controversial-Tavistock-gender-clinic-children-shut-damning-report.html
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