Antigo Religião é Veneno
Haverá Esperanças Para O ESPERANTO - tire sua conclusões
Autor: Patolino | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 371 Comentários: 58
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Outra coisa que eu não mencionei, a LFN não possui gênero. As palavras não são masculinas ou femininas.
Nenhum não latino que tente aprender isso vai ter problemas e dizer coisas como "a minha livro está sobre o mesa".
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Data da postagem: 03/08/2023, 00:27
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NadaSei;c-70961Eu acho que a ideia dessas línguas não é ruim, mas não acho que o Esperanto tenha a melhor execução da ideia.
A meu ver o mundo deveria dar uma chance a Lingua Franca Nova.
Falta alguém dar um impulso real nisso ai.

Algumas línguas artificiais, como o esperanto, ido, interlingua e volapuk (baseada nas línguas germânicas), pegam palavras existentes.

Outras pegam uma língua existente e eliminam as complicações e exceções. Por exemplo: do latim fizeram o latino sine flexione. Fizeram o mesmo com o inglês. Entendo que estas seriam mais naturais que o esperanto e similares.

E há outras totalmente artificiais, baseadas nos mais variados critérios. Há duas delas, por exemplo, em que se tenta reproduzir as linguagens de computador, ou seja, cada palavra só quer dizer uma única coisa. Não há necessidade de interpretar ou ler nas entrelinhas assim como um computador não fica na dúvida diante de um comando.

Houve uma inspirada nos ideogramas chineses. Acabou adotada no Canadá como língua intermediária para crianças com paralisia cerebral: elas aprendiam a se expressar nessa língua e depois ficava mais fácil aprenderem inglês.
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Data da postagem: 03/08/2023, 07:41
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Sr. NadaSei;c-70961Mas elas nunca terão a mesma quantidade de sinônimos que temos em línguas naturais. Por exemplo, o verbo "fazer" pode ser substituído por criar, elaborar, compor, construir, executar, realizar, efetuar, produzir, entre outros.
Por causa de falta de nuances.
(fazer === criar) [ false ]
por questão de nuances. Então com o tempo vão se criando nuances e regionais. A "vantagem" inicial de tais idiomas é só por serem novos e sem uso disseminado no dia-a-dia. E não dá pra tabelar — tipo tabela de cortes de cabelo — em sociedades com livre pensamento.
Claro que não foi o sentido expresso pelo Sr. Fernando Silva, mas note
ou ler nas entrelinhas assim como um computador não fica na dúvida diante de um comando.

Ora, esse é recurso fundamental da Poesia e literatura + elaborada.
Pior ainda na questão de pronúncias.
Um vocabulário mais reduzido é uma boa ideia para uma lingua que se propõe a simplicidade e certamente facilita o aprendizado.
Já visto quando isso se sucede...
A meu ver o mundo deveria dar uma chance a Lingua Franca Nova.
É que já tem. LFN = inglês.
Óbvio que tem Ideologias/Nacionalismos; mas aí problema de quem tem.
a LFN não possui gênero.
👍👍👍 mas não o suficiente pra compensar a base já existente de inglês. Que já é pelo menos razoável neste sentido.
E aí, nas línguas onde é flexionada a forma masculino/feminino do nome. ¿Ia ser proibido pelo Estado?
Perceba que se não, já começa aparecer (dentro d'1 Nova Língua imposta pelo Estado no caso) flexão ainda que implícita. Que com uso disseminado dia-a-dia regional PODE — não quer dizer que vá, claro — se espraiar. Depende das dinâmicas regionais no dia-a-dia das populações.
E, de novo: não seria o caso eis que seria língua AUXILIAR, não oficial. Daí, de novo: já temos o inglês. Que pra essa função pode ser — e é =) — usado com vocabulário limitado. Quanto a refinamento gramatical, não é o que se vê nas ruas pelo menos onde a gente pode captar alguma coisa do idioma. Aliás até frequentemente considerado pedantismo; então...
Imagine na sua área que é 1 das + internacionalizadas. Vai se traduzir os tutoriais e docs técnicas pra LFN e aí usar os comandos em... inglês❗
Obs: acredito que ambos concordemos que não é viável reescrever as linguagens existentes em LFN...
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Data da postagem: 03/08/2023, 07:53
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No caso da regularidade, eu li que mesmo nas línguas naturais, em se tratando das línguas chamadas - aglutinantes -, quase não há irregularidades, que elas são quase como o esperanto nesse quesito. Exemplos de línguas aglutinantes: japonês, coreano, turco (não confundir com o árabe que é de outro grupo totalmente diferente e é das chamadas - flexíveis-), húngaro, finlandês, estoniano, guarani, quimbundo.....
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LaraAS;c-70968No caso da regularidade, eu li que mesmo nas línguas naturais, em se tratando das línguas chamadas - aglutinantes -, quase não há irregularidades, que elas são quase como o esperanto nesse quesito. Exemplos de línguas aglutinantes: japonês, coreano, turco (não confundir com o árabe que é de outro grupo totalmente diferente e é das chamadas - flexíveis-), húngaro, finlandês, estoniano, guarani, quimbundo.....

Isto porque a raiz da palavra praticamente não varia. Para mudar o tempo do verbo e indicar outras coisas, são anexados sufixos.
O basco, por exemplo, tem uma centena de sufixos que indicam o agente de uma ação, o resultado dela, o coletivo, graus de parentesco, diminutivos e aumentativos, ausência ou falta de algo, tendência, aptidão etc.
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Consultando o Google, claro...
    [*][climate, climatic] ➡ [klimato, klimata] (possessivo no caso)
    [*]change ➡ ŝanĝi
    [*]climate change ➡ klimatŝanĝiĝo

Como se chamam gramaticalmente essas — incluída a saída do 'o', claro — variações❓
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Gorducho;c-70967mas não o suficiente pra compensar a base já existente de inglês. Que já é pelo menos razoável neste sentido.
Daí, de novo: já temos o inglês.


Só que o Inglês leva no mínimo 2 anos para se aprender e é difícil de escrever e falar.

LFN você aprende em 3 meses, é fácil escrever e pronunciar.
Tai a vantagem.

No Brasil só 5% da população fala Inglês fluente, em outras nações essa porcentagem é ainda menor.
É mais fácil pra 95% dos brasileiros aprender LFN em 3 meses do que Inglês em 2 anos.
A maioria dos que tentam estudar um idioma novo desistem em 6 meses ou menos.

E isso se repete mundo a fora, sendo que a base de latinos com capacidade de já entender boa parte do idioma é outra vantagem.

"Es multo plu facil comprende se texto simple en Lingua Franca Nova ca comprende en Ingles".
"It is much more difficult to understand this simple text in English than it would be in Elefen".
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Sr. NadaSei;c-70979Só que o Inglês leva no mínimo 2 anos para se aprender e é difícil de escrever e falar.
LFN você aprende em 3 meses, é fácil escrever e pronunciar.
Tai a vantagem.
Bom, se e.g. chineses; árabes; indianos; indonésios; tailandeses; coreanos; japoneses [...] disserem que conseguem adquirir razoável proficiência em ≈ 3 meses, é fantástico mesmo❗ Quem serei eu pra obtemperar neste caso...
É mais fácil pra 95% dos brasileiros aprender LFN em 3 meses do que Inglês em 2 anos.

Obviamente "não vale" nós brasileiros o hispanohablantes [...] como referência básica.
"Es multo plu facil comprende se texto simple en Lingua Franca Nova ca comprende en Ingles".
Pra nós óbvio

Como eu falei: é como num tour por toda España desde say Barcelona até Santiago, a gente "se virando" nas línguas locais.
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Gorducho;c-70967mas não o suficiente pra compensar a base já existente de inglês. Que já é pelo menos razoável neste sentido.
Daí, de novo: já temos o inglês.
Só que o Inglês leva no mínimo 2 anos para se aprender e é difícil de escrever e falar.

LFN você aprende em 3 meses, é fácil escrever e pronunciar.
Tai a vantagem.

No Brasil só 5% da população fala Inglês fluente, em outras nações essa porcentagem é ainda menor.
É mais fácil pra 95% dos brasileiros aprender LFN em 3 meses do que Inglês em 2 anos.
A maioria dos que tentam estudar um idioma novo desistem em 6 meses ou menos.

E isso se repete mundo a fora, sendo que a base de latinos com capacidade de já entender boa parte do idioma é outra vantagem.

"Es multo plu facil comprende se texto simple en Lingua Franca Nova ca comprende en Ingles".
"It is much more difficult to understand this simple text in English than it would be in Elefen".

Aprendi inglês e francês porque tinha aplicação imediata.
Não teria nenhuma utilidade para o esperanto e similares.
No futuro? Talvez, mas não estarei aqui quando e se isto acontecer.
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Gorducho;c-70967mas não o suficiente pra compensar a base já existente de inglês. Que já é pelo menos razoável neste sentido.
Daí, de novo: já temos o inglês.


Só que o Inglês leva no mínimo 2 anos para se aprender e é difícil de escrever e falar.

LFN você aprende em 3 meses, é fácil escrever e pronunciar.
Tai a vantagem.

Sim, para nós, latinos. Que não precisamos da LFN para nos entender. Basta um pouco de boa vontade.

Os americanos mal falam inglês, que dirá aprender outras línguas...
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