Antigo Religião é Veneno
Haverá Esperanças Para O ESPERANTO - tire sua conclusões
Autor: Patolino | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 371 Comentários: 58
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Uma coisa ruim do esperanto que atrapalha um pouco sua vantajosa facilidade em adquirir vocabulário são os acentos.
Faria mais sentido não usar acentos e o esperanto tem mais acentos do que o Português:

Ĉ, ĉ
Ĝ, ĝ
Ĥ, ĥ
Ĵ, ĵ
Ŝ, ŝ
Ŭ, ŭ

Por isso outras línguas foram criadas com isso em mente.

Interlingua:
Interlingua foi criado para ser uma língua auxiliar internacional, e seu vocabulário e gramática são baseados nas línguas românicas.

"Como te appella?" - Qual é o seu nome?
"Io ama apprender linguas." - Eu amo aprender línguas.
"Le sol brilla e le celo es clar." - O sol brilha e o céu está claro.

Lingua Franca Nova (LFN):
LFN é uma língua construída simples baseada nas línguas românicas, com uma gramática e ortografia bastante simplificadas.

"Cual es tua nom?" - Qual é o seu nome?
"Me gusta studia linguas." - Eu gosto de estudar línguas.
"La sol brilia e la sielo es clara." - O sol brilha e o céu está claro.

Ambas as línguas foram desenvolvidas para facilitar a comunicação internacional, elas têm uma aparência e som semelhantes as línguas românicas. Isso as faz mais acessíveis para falantes latinos e gramática simplificada e falta de acentos podem ser mais simples de aprender do que o Esperanto.

Em um site de LFN tem um exemplo interessante que mostra como é relativamente facil para um brasileiro entender algo nessa lingua mesmo sem falar LFN:


Elefen – “lingua franca nova” o “lfn” – es un lingua simple, desiniada per comunica internasional. Sua vocabulo es fundida en catalan, espaniol, franses, italian e portuges. La gramatica es multe reduida, simil a la creoles romanica. La lingua es speleda como lo sona, usante 22 leteras de la alfabeta latina. Aprende lo e deveni un elefeniste!


Eu só não entendi a ultima sentença por causa do termo "elefeniste".
("elefeniste" é um termo para um falante de Lingua Franca Nova)
A ultima sentença diz: "Aprenda isso e torne-se um falante de LFN!"

Eu acho a ideia desse tipo de lingua genial e essa LFN é uma implementação da ideia superior ao Esperanto.

Reparem na palavra "Aprende lo" e perceba que além de não usar acentos, essa lingua também não usa o hifens.
Eu acho que essa LFN deveria ser adotada no mundo inteiro. Mas está faltando marketing.
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Sr. NadaSei;c-70935Mas existe uma GRANDE vantagem no esperanto, o seu vocabulário reduzido.
Vocabulário se expande com o uso prático. Não tem como conter isso em regimes de livre pensamento.
Vejo críticas a Java ou C++ por "inchaço", mas é consequência do amplo uso prático.
No Princípio era util.Date; agora...
[JS] var ➞ var let const.
[Python] (finalmente) puseram Switch (match).
Então vai crescendo.
Exemplo surgido aí perto = bonde. Não tem como impedir exceto se forem Ditaduras.
Claro: se poderá arguir que na condição de línguas AUXILIARES o vocabulário pode ficar restrito, eis que a utilidade é a comunicação básica. Mas aí já se tem o inglês, eis que a gente não nativo e que não tenha morado expressivo tempo em países cujo idioma é... não dominamos todo vocabulário. Que aliás varia amplamente entre a America; UK; SA; — e imagino (nunca fui❗) que NZ; Australia; [...]
Por vocabulário nos referimos a vocabulário proper, claro. Sem considerar conjugações, declinações, acentos... que isso sim se pode inibir. E que o Esperanto não fez como o Sr. mesmo mostrou, tendo vários acentos.
e essa LFN é uma implementação da ideia superior ao Esperanto.
Claro... pra nós brasileiros. É como tar fazendo 1 tour por toda España =)
Teria curiosidade de saber o que acham árabes; chineses; indianos...
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Gorducho;c-70913
Sr. Fernando_Silva;c-70911O francês é tão complicado quanto o português, além de uma grafia cheia de letras e acentos desnecessários
👍
O alemão, além disso, tem três gêneros (masculino, feminino e neutro) e as declinações (cada palavra se modifica conforme a função na frase: sujeito, possessivo, objeto direto, indireto etc.). E é tudo irregular e cheio de exceções.
Credo❗ Sim❗
Eu só gosto da fonética do alemão — pra nós brasileiros, claro...
O chinês é monossilábico, mas cada palavra pode ter 4 ou 5 sentidos diferentes conforme o tom com que é pronunciada. Além disto, a língua escrita é ideográfica em vez de alfabética, com milhares de ideogramas para se decorar, e nada tem a ver com a língua falada (ou seja, é preciso aprender 2 línguas diferentes).
👍👍👍
De putonghua eu sei 2 vocábulos:
    [*][obrigado] 谢谢
    [*][psicografia] 扶乩

Mas, claro, como dito, tem a questão da entonação que muda tudo.

E quanto ao castellano não tenho conhecimentos de gramática comparada, mas intuitivamente desconfio que NÃO seja "menos" complexo que o português.

O castelhano tem uma pronúncia mais regular que a do português, ou seja, as letras, em geral, se pronunciam sempre da mesma maneira, enquanto que, em português, o "o" e o "e" têm pronúncia variável, por exemplo. Isto explica por que os brasileiros entendem melhor o espanhol falado do que os falantes do espanhol entendem o português.
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patolino;c-70919Não tenho como e nem porquê desdizer o que vcs disseram, mas lembro que - O Português - depois das línguas árabes, é um dos idiomas mais difíceis de ser aprendido, integralmente, devido as muitas regras de gramática e, ainda mais numerosas, suas exceções.
Fernando_Silva;c-70911Por que essa mania de dizer que o português é uma das línguas mais difíceis? Para os brasileiros se sentirem fodões?.

Pelo contrário; o brasileiro, de qualquer nível, tem plena consciência de que jamais conseguirá escrever e falar corretamente sua língua, sem o auxílio de um dicionário - hoje em dia, o Google

De modo geral, não tenho esse problema. Quanto aos demais, quem não tem hábito de leitura dificilmente saberá falar e escrever corretamente. Só que isto se aplica a todas as línguas.
patolino;c-70919
Fernando_Silva;c-70911O francês é tão complicado quanto o português, além de uma grafia cheia de letras e acentos desnecessários que o português já descartou ao longo das várias reformas.

Curiosamente existem centenas de palavras que vc fala costumeiramente e são originadas do Francês;
aqui algumas:

baguete bufê canapé ;champanhe champignon ;chantilly ;couvert croissant; croquete filé
batom bijuteria boné boutique bustiê chique crochê echarpe lingerie maiô maquillage,
abajur bibelô bidê buquê cachê camelô carnê cassetete chassi ateliê avenida boate cabaré.
E por aí vai.

Não entendi o que isto tem a ver com a questão da grafia complicada ...

Nota: em francês, há palavras com 3 ou mais acentos. Por exemplo: homogénéité, hétérogénéité.
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NadaSei;c-70936Se vocês querem uma lingua difícil de verdade tentem o Polonês. Aqui nós só conjugamos verbos, lá eles conjugam substantivos, adjetivos e até nomes de pessoas.

Tomemos como exemplo uma frase simples, onde um amigo chamado "Jan" está dando um livro para uma mulher chamada "Anna."

Em polonês, o caso "dativo" é usado para expressar a ideia de "dar" algo a alguém. Isso afeta tanto o nome da pessoa que recebe o item quanto o substantivo do item em si.

Aqui estão as versões da frase nos três tempos diferentes:

Passado: "Jan dał Annie książkę." (Jan deu um livro a Anna.)
Presente: "Jan daje Annie książkę." (Jan está dando um livro a Anna.)
Futuro: "Jan da Annie książkę." (Jan dará um livro a Anna.)

Nestas frases, a forma do nome "Anna" muda para "Annie" no caso dativo, e a forma do substantivo "książka" (livro) muda para "książkę" no caso acusativo.

Aqui, a mudança no nome de "Anna" para "Annie" é um exemplo de como os nomes próprios podem ser afetados pelos casos gramaticais em polonês, dependendo do contexto. Isso é algo que não tem um paralelo direto em muitas outras línguas, como o português.

O latim era desse jeito (declinado), mas, assim como o inglês, isto foi eliminado. Ainda há vestígios:
Eu / meu / me / mim.

O nome "Brutus" se modifica, por exemplo, na frase "Et tu, Brute?" porque temos aí um vocativo ("Oh Brutus").

Ou, em inglês:
Who / whose / whom / who
Em vez de dizer "This book is of John", usamos o genitivo: "This book is John's".
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NadaSei;c-70938Uma coisa ruim do esperanto que atrapalha um pouco sua vantajosa facilidade em adquirir vocabulário são os acentos.
Faria mais sentido não usar acentos e o esperanto tem mais acentos do que o Português:

Ĉ, ĉ
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Por isso outras línguas foram criadas com isso em mente.

Interlingua:
Interlingua foi criado para ser uma língua auxiliar internacional, e seu vocabulário e gramática são baseados nas línguas românicas.

"Como te appella?" - Qual é o seu nome?
"Io ama apprender linguas." - Eu amo aprender línguas.
"Le sol brilla e le celo es clar." - O sol brilha e o céu está claro.

Lingua Franca Nova (LFN):
LFN é uma língua construída simples baseada nas línguas românicas, com uma gramática e ortografia bastante simplificadas.

"Cual es tua nom?" - Qual é o seu nome?
"Me gusta studia linguas." - Eu gosto de estudar línguas.
"La sol brilia e la sielo es clara." - O sol brilha e o céu está claro.

Ambas as línguas foram desenvolvidas para facilitar a comunicação internacional, elas têm uma aparência e som semelhantes as línguas românicas. Isso as faz mais acessíveis para falantes latinos e gramática simplificada e falta de acentos podem ser mais simples de aprender do que o Esperanto.

Em um site de LFN tem um exemplo interessante que mostra como é relativamente facil para um brasileiro entender algo nessa lingua mesmo sem falar LFN:


Elefen – “lingua franca nova” o “lfn” – es un lingua simple, desiniada per comunica internasional. Sua vocabulo es fundida en catalan, espaniol, franses, italian e portuges. La gramatica es multe reduida, simil a la creoles romanica. La lingua es speleda como lo sona, usante 22 leteras de la alfabeta latina. Aprende lo e deveni un elefeniste!


Eu só não entendi a ultima sentença por causa do termo "elefeniste".
("elefeniste" é um termo para um falante de Lingua Franca Nova)
A ultima sentença diz: "Aprenda isso e torne-se um falante de LFN!"

Eu acho a ideia desse tipo de lingua genial e essa LFN é uma implementação da ideia superior ao Esperanto.

Reparem na palavra "Aprende lo" e perceba que além de não usar acentos, essa lingua também não usa o hifens.
Eu acho que essa LFN deveria ser adotada no mundo inteiro. Mas está faltando marketing.

Pode ser fácil para nós, que falamos uma língua latina, mas é absolutamente incompreensível para um chinês, árabe ou finlandês.
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Sr. NadaSei;c-70935Mas existe uma GRANDE vantagem no esperanto, o seu vocabulário reduzido.
Vocabulário se expande com o uso prático. Não tem como conter isso em regimes de livre pensamento.
Vejo críticas a Java ou C++ por "inchaço", mas é consequência do amplo uso prático.
No Princípio era util.Date; agora...
[JS] var ➞ var let const.
[Python] (finalmente) puseram Switch (match).
Então vai crescendo.
Exemplo surgido aí perto = bonde. Não tem como impedir exceto se forem Ditaduras.
Claro: se poderá arguir que na condição de línguas AUXILIARES o vocabulário pode ficar restrito, eis que a utilidade é a comunicação básica. Mas aí já se tem o inglês, eis que a gente não nativo e que não tenha morado expressivo tempo em países cujo idioma é... não dominamos todo vocabulário. Que aliás varia amplamente entre a America; UK — e imagino (nunca fui❗) que NZ; Australia; [...]
Por vocabulário nos referimos a vocabulário proper, claro. Sem considerar conjugações, declinações, acentos... que isso sim se pode inibir. E que o Esperanto não fez como o Sr. mesmo mostrou, tendo vários acentos.
e essa LFN é uma implementação da ideia superior ao Esperanto.
Claro... pra nós brasileiros. É como tar fazendo 1 tour por toda España =)
Teria curiosidade de saber o que acham árabes; chineses; indianos...

O esperanto também tem declinações. Por exemplo:
Ŝi amas mian fraton - ela ama meu irmão (objeto direto, acusativo).
Mia frato estas Esperantisto - Meu irmão é esperantista (sujeito, nominativo).
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NadaSeie essa LFN é uma implementação da ideia superior ao Esperanto.
Claro... pra nós brasileiros. É como tar fazendo 1 tour por toda España =)
Teria curiosidade de saber o que acham árabes; chineses; indianos...

Fernando Silva
Pode ser fácil para nós, que falamos uma língua latina, mas é absolutamente incompreensível para um chinês, árabe ou finlandês.


Pra eles ainda existe a maior simplicidade do alfabeto, da ausência de acentos e da simplicidade fonética.
Como bonus é uma lingua mais fácil para ser aprendida por um maior número de outros povos.

Uma outra coisa que simplificaram nessa lingua que eu não mencionei antes é a fonética.
Não existem diferenças em pronuncias como é, e, ao, ão, etc...

Todas as línguas naturais tem diversas complicações fonéticas e milhares de exceções.
A vantagem dessas línguas "inventadas", principalmente as desenhadas para a simplicidade, é justamente que tudo o que dificulta o aprendizado de um idioma foi identificado e removido.

As línguas naturais não são muito "lógicas", foram se desenvolvendo com o caso de uso, degradação de sotaques, isolamento de grupos, etc...
Essas línguas foram desenvolvidas para serem simples e mais fáceis de aprender, mesmo para quem não é falante de línguas latinas ou românicas, ainda que sejam ainda mais fáceis de aprender para latinos.
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língua artificial criada pelo médico polonês, estudioso de línguas, Ludwig Lazar Zamenhof, por volta de 1887, para ser língua de comunicação internacional - Possui gramática muito simples e regular e utiliza as raízes das línguas europeias mais faladas, além de raízes latinas e gregas.
Existem falantes de esperanto no mundo todo, com notáveis concentrações em países tão diversos como China, Japão, Brasil, Irã, Madagascar, Bulgária e Cuba.

Estou impressionado com o show que vcs deram no conhecimento das particularidades de outros idiomas, parabéns mesmo.
Eu sou um homem do futuro; olho para alguns milhares de anos à frente. A tendência, na prática, será adotar uma língua única, cuja transformação se dará ao longo de muito tempo.

Também é bom saber que Kardec jamais ouviu falar do Esperanto e não são os espíritas os mais entusiastas da língua, visto que existem eventos internacionais em que há a promoção e divulgação dessa língua.
Vejam como os espíritas entram nessa:
No mundo espiritual existe uma realidade curiosa denominada "Espaço das Nações", pois que, sobre cada país, seus desencarnados continuam falando a mesma língua, hábitos, a parentela, etc. Mas o obstáculo da distância entre estes países quase não existe, pois as entidades espirituais se deslocam com grande facilidade e rapidez. É de se imaginar o intenso intercâmbio cultural e de serviços, entre todos eles.

E os espíritas questionavam: como se comunicarão?
Então pensaram no Esperanto.

Houve, no caso da 2WW, em que as tarefas de socorro aos recém desencarnados, aos mutilados e aos sofredores em geral, que eram da ordem de milhões, uma espécie de Cruz Vermelha mundial (penso eu, segundo minhas ilações) onde a dificuldade da língua era real. Promoveram a distribuição entre cada grupo de serviço, um coordenador, tradutores e enfermeiros.

Mas, prossigam por favor.
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Gorducho;c-70939Vocabulário se expande com o uso prático. Não tem como conter isso em regimes de livre pensamento.
Vejo críticas a Java ou C++ por "inchaço", mas é consequência do amplo uso prático.
No Princípio era util.Date; agora...
[JS] var ➞ var let const.
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Então vai crescendo.
Exemplo surgido aí perto = bonde. Não tem como impedir exceto se forem Ditaduras.
Claro: se poderá arguir que na condição de línguas AUXILIARES o vocabulário pode ficar restrito, eis que a utilidade é a comunicação básica. Mas aí já se tem o inglês, eis que a gente não nativo e que não tenha morado expressivo tempo em países cujo idioma é... não dominamos todo vocabulário. Que aliás varia amplamente entre a America; UK; SA; — e imagino (nunca fui❗) que NZ; Australia; [...]
Por vocabulário nos referimos a vocabulário proper, claro. Sem considerar conjugações, declinações, acentos... que isso sim se pode inibir. E que o Esperanto não fez como o Sr. mesmo mostrou, tendo vários acentos.

Eu não tenho duvidas de que o vocabulário dessas línguas tenderia a aumentar caso adotadas, mesmo porque palavras novas precisam ser criadas a medida que coisas novas são inventadas.
Mas elas nunca terão a mesma quantidade de sinônimos que temos em línguas naturais. Por exemplo, o verbo "fazer" pode ser substituído por criar, elaborar, compor, construir, executar, realizar, efetuar, produzir, entre outros.

Isso ocorre com a maioria das palavras no português.

Um vocabulário mais reduzido é uma boa ideia para uma lingua que se propõe a simplicidade e certamente facilita o aprendizado.

Eu acho que a ideia dessas línguas não é ruim, mas não acho que o Esperanto tenha a melhor execução da ideia.
A meu ver o mundo deveria dar uma chance a Lingua Franca Nova.
Falta alguém dar um impulso real nisso ai.
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