
Antigo Religião é Veneno
Espaço para as religiões
Autor: Emmedrado | Categoria: Religiões, Crenças e Mitos | Exibições: 17383 Comentários: 2438

Elric_de_Melnibone;c-48993patolino;c-39909Judas;c-39908Esse tal de deus deve estar ocupado com alguma coisa muito importante.À luz de nossa justiça esse criminoso vai para a cadeia e ponto final. Cumprida a pena, volta e comete o mesmo crime... pode nem ser descoberto, preso. Muitos cometem crimes semelhantes e estão por aí...
Sob o olhar dele uma criança foi estuprada dos 6 aos 10 anos de idade ficou grávida e fez um aborto.
Toda a história é uma desgraça do princípio ao fim e olha que o fim ainda nem chegou.
Suponhamos a existência de um Deus justo.
Aquele criminoso reencarna e sofre o mesmo vexame que impingiu a outrem; ou algo semelhante. Quando ele passa por essa violência dizemos, que crueldade... Deus não existe. Mas é exatamente porque existe, que aquele crime está sendo reparado
Qual justiça é mais eficaz?
A reencarnação como processo de justiça já foi questionada em dezenas de aspectos; todos respondidos satisfatoriamente.
Sr. @Patolino,
Sou CONTRA o aborto, por ser cristão. Mas...a lei civil permite o uso de força em legítima defesa, e em casos extremos, posso matar para evitar uma agressão física contra minha pessoa, assalto ou tentativa de assassinato. Dito isto, admito a possibilidade de aborto TERAPÊUTICO:
- gravidez com risco de morte para a mãe;
- gravidez resultante de violência sexual;
- graves deformações do feto.
Não concordo com o uso de aborto como método anticoncepcional ou controle de natalidade. Seria monstruoso. Apesar da atitude grosseira do ateu Dawkins, que recomendou o aborto de um feto com síndrome de Down, não posso condenar um casal que decide terminar uma gravidez num caso desses, e tentar outra vez.
Pela lógica do seu começo de argumentação no caso do estrupo, o máximo que poderia haver é absolvição em caso da estrupada matar o ESTRUPADOR mesmo que depois em estado de -privação de sentidos psiquicos- da original vítima do estrupo mas não matar ou ferir um inocente que é o feto e o caso de graves deformações do feto não tem nada com legítima defesa e nem sequer tem a ver com matar em estado de -privação de sentidos psiquicos- .
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Data da postagem: 26/05/2021, 15:09

LaraAS;c-49160Elric_de_Melnibone;c-48993patolino;c-39909Judas;c-39908Esse tal de deus deve estar ocupado com alguma coisa muito importante.À luz de nossa justiça esse criminoso vai para a cadeia e ponto final. Cumprida a pena, volta e comete o mesmo crime... pode nem ser descoberto, preso. Muitos cometem crimes semelhantes e estão por aí...
Sob o olhar dele uma criança foi estuprada dos 6 aos 10 anos de idade ficou grávida e fez um aborto.
Toda a história é uma desgraça do princípio ao fim e olha que o fim ainda nem chegou.
Suponhamos a existência de um Deus justo.
Aquele criminoso reencarna e sofre o mesmo vexame que impingiu a outrem; ou algo semelhante. Quando ele passa por essa violência dizemos, que crueldade... Deus não existe. Mas é exatamente porque existe, que aquele crime está sendo reparado
Qual justiça é mais eficaz?
A reencarnação como processo de justiça já foi questionada em dezenas de aspectos; todos respondidos satisfatoriamente.
Sr. @Patolino,
Sou CONTRA o aborto, por ser cristão. Mas...a lei civil permite o uso de força em legítima defesa, e em casos extremos, posso matar para evitar uma agressão física contra minha pessoa, assalto ou tentativa de assassinato. Dito isto, admito a possibilidade de aborto TERAPÊUTICO:
- gravidez com risco de morte para a mãe;
- gravidez resultante de violência sexual;
- graves deformações do feto.
Não concordo com o uso de aborto como método anticoncepcional ou controle de natalidade. Seria monstruoso. Apesar da atitude grosseira do ateu Dawkins, que recomendou o aborto de um feto com síndrome de Down, não posso condenar um casal que decide terminar uma gravidez num caso desses, e tentar outra vez.
Pela lógica do seu começo de argumentação no caso do estrupo, o máximo que poderia haver é absolvição em caso da estrupada matar o ESTRUPADOR mesmo que depois em estado de -privação de sentidos psiquicos- da original vítima do estrupo mas não matar ou ferir um inocente que é o feto e o caso de graves deformações do feto não tem nada com legítima defesa e nem sequer tem a ver com matar em estado de -privação de sentidos psiquicos- .
Cara Sra., bom dia.
Diante da brutalidade de um estupro, se a vítima - por infelicidade - ficar grávida do criminoso, deveria ser obrigada a prosseguir com esta gravidez INDESEJADA?
Se ela desejar seguir em frente, precisamos respeitar. Se decidir interromper a gravidez, mesma coisa.
O feto não teve culpa mas a mulher também não. Aliás, esta é uma das raras circunstâncias em que o aborto é permitido, no Brasil.
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Data da postagem: 27/05/2021, 08:47

Elric_de_Melnibone;c-49169Diante da brutalidade de um estupro, se a vítima - por infelicidade - ficar grávida do criminoso, deveria ser obrigada a prosseguir com esta gravidez INDESEJADA?
Se ela desejar seguir em frente, precisamos respeitar. Se decidir interromper a gravidez, mesma coisa.
O feto não teve culpa mas a mulher também não. Aliás, esta é uma das raras circunstâncias em que o aborto é permitido, no Brasil.
Vou repetir: o que têm a ver as circunstâncias da fecundação com o direito a matar o ser humano resultante?
Pela lógica, se a mulher tem o direito de matar um filho gerado por um estupro, terá esse direito mesmo depois do nascimento.
Não vejo em quê o fato de a criança estar dentro ou fora da barriga muda alguma coisa.
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Data da postagem: 27/05/2021, 09:48

Na França, um grupo de intelectuais liderados pelo escritor e filósofo Denis Diderot (1713-1784) publicou a "Enciclopédia".
Muitos pensadores franceses influentes, como Montesquieu, Voltaire e Rousseau contribuíram com dezenas de milhares de artigos para a obra, que tentou catalogar todo o saber humano em ciência, filosofia, política e religião.
Por causa de sua ênfase na razão, os livros foram banidos em alguns países.
Na Espanha, por exemplo, a Inquisição condenou seu conteúdo.
Muitos pensadores franceses influentes, como Montesquieu, Voltaire e Rousseau contribuíram com dezenas de milhares de artigos para a obra, que tentou catalogar todo o saber humano em ciência, filosofia, política e religião.
Por causa de sua ênfase na razão, os livros foram banidos em alguns países.
Na Espanha, por exemplo, a Inquisição condenou seu conteúdo.
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Data da postagem: 27/05/2021, 09:50

Fernando_Silva;c-49170Elric_de_Melnibone;c-49169Diante da brutalidade de um estupro, se a vítima - por infelicidade - ficar grávida do criminoso, deveria ser obrigada a prosseguir com esta gravidez INDESEJADA?
Se ela desejar seguir em frente, precisamos respeitar. Se decidir interromper a gravidez, mesma coisa.
O feto não teve culpa mas a mulher também não. Aliás, esta é uma das raras circunstâncias em que o aborto é permitido, no Brasil.
Vou repetir: o que têm a ver as circunstâncias da fecundação com o direito a matar o ser humano resultante?
Pela lógica, se a mulher tem o direito de matar um filho gerado por um estupro, terá esse direito mesmo depois do nascimento.
Não vejo em quê o fato de a criança estar dentro ou fora da barriga muda alguma coisa.
Boa tarde, Sr. @Fernando Silva.
Posso estar errado, mas acredito que aborto é DIFERENTE de infanticídio. Ainda, algumas mulheres passam pela infelicidade de aborto espontâneo.
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Data da postagem: 27/05/2021, 14:57

Fernando_Silva;c-49171Na França, um grupo de intelectuais liderados pelo escritor e filósofo Denis Diderot (1713-1784) publicou a "Enciclopédia".
Muitos pensadores franceses influentes, como Montesquieu, Voltaire e Rousseau contribuíram com dezenas de milhares de artigos para a obra, que tentou catalogar todo o saber humano em ciência, filosofia, política e religião.
Por causa de sua ênfase na razão, os livros foram banidos em alguns países.
Na Espanha, por exemplo, a Inquisição condenou seu conteúdo.
A Inquisição estava ERRADA. A Ciência não deve ter limites, mas apenas a busca da Verdade, SEM limites por dogmas de fé ou preconceitos. Liberdade de expressão e de pensamento faz mais bem do que mal para o progresso da humanidade. Neste sentido, o trabalho do site Religião é Veneno é importante E muito relevante.
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Data da postagem: 27/05/2021, 14:59

Fernando_Silva;c-49170Elric_de_Melnibone;c-49169Diante da brutalidade de um estupro, se a vítima - por infelicidade - ficar grávida do criminoso, deveria ser obrigada a prosseguir com esta gravidez INDESEJADA?
Se ela desejar seguir em frente, precisamos respeitar. Se decidir interromper a gravidez, mesma coisa.
O feto não teve culpa mas a mulher também não. Aliás, esta é uma das raras circunstâncias em que o aborto é permitido, no Brasil.
Vou repetir: o que têm a ver as circunstâncias da fecundação com o direito a matar o ser humano resultante?
Pela lógica, se a mulher tem o direito de matar um filho gerado por um estupro, terá esse direito mesmo depois do nascimento.
Não vejo em quê o fato de a criança estar dentro ou fora da barriga muda alguma coisa.
Quando uma mulher engravida por descuido, irresponsabilidade ou falha na camisinha gerar o filho torna-se obrigação moral, mas se a gravidez foi lhe imposta por abuso criminoso, obriga-la a ter que gerar um filho do seu algoz se torna crime tão grave quanto o estupro.
nesta estou com o Sr. Eric a mãe deve decidir se esta apta a carregar tal cruz ou não!
como disse Jesus "casais foram unido por deus portanto não devem se separar" então o discípulos disseram que não convem separar, Jesus disse" os que estiverem aptos aceitar isso que aceitem" https://www.bibliaonline.com.br/aa/mt/19/6+?q=o+que+deus+uniu+o+homem+n%C3%A3o+separe
Do ponto de vista espirita o casamento de duas pessoas o inicio de uma familia não acontece por acaso "porque são unidos por Deus) é uma questão carmica, por isso esta escrito "O que deus ajuntou não separe o homem" significa que enquanto não resolverem sua pendengas espirituais carmicas mesmo que se separem voltarão a se encontrar na próximas vidas onde serão novamente reunidos por deus até se entenderem .
Supondo que em alguns caso o estupro sirva como uma oportunidade para perdoar um feto que em vidas ( mal passadas .......kkkkkkkkk) ja tenha sido um algoz da mãe, aborta-lo matando se vingando estará se habilitando a engravidar dele em um estupro futuro, veja ai se esta visão espirita for +- verdade , se o feto algoz e mãe "assassina" não estarão se amarrando em uma trama infernal onde um dia só conseguirão se libertar através do perdão em forma de sacrifício, no caso a mãe "ser obrigada a gerar e criar seu algoz de vidas passadas como se fosse um filho querido , carregando uma cruz pesada de boa vontade.
alguns dirão "Ninguem merece isso!" mas Será mesmo???????????
como Jesus ensinou: "todo aquele que cumpre sua obrigação, continua sendo um servo inutil que não faz nada a mais do que sua obrigação" assim todos pais que criam seus filhos com toda dedicação "também são servos inúteis" que cumpriram apenas sua obrigação de pais!
mas os que adotam inimigos como filhos estes sim são servos uteis aos propósitos divinos, pois eis que trabalharam duro para transformar um INIMIGO em FILHOS QUERIDOS e futuros amigos.
penso que todos nós precisamos aprender a nos sacrificar pelos outros , principalmente pelos nossos inimigos,do tipo "Deus perdoai meus pecados assim como também perdou meus inimigos"
podemos pensar em rejeitar essa lei de Deus assim como fizeram os fariseus, ou aceitar este ensinamento de Jesus que diz "os que se sentem habilitados que se habilitem peguem sua cruz e me sigam"
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Data da postagem: 27/05/2021, 17:39

Fernando_Silva;c-49170Fernando, não se trata de matar um inocente mas sim, de não gerar um. É diferente.
A lei considera que um estupro é um caso extremo, portanto deixa que a mulher decida, mas, moralmente e racionalmente falando, a decisão sobre matar ou não um ser humano inocente e indefeso não cabe a ela.
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Data da postagem: 27/05/2021, 19:54

Outra coisa; essa questão da humanidade é uma inconsistência técnica. Uma vez que a humanidade é uma qualidade, há que ser adquirida.
As células que formam os gametas e mesmo os embriões ou fetos adquirem humanidade na gestação, e não o contrário.
Uma célula nada mais é que um amontoado de moléculas, e essas, de átomos ignotos. A "humanidade" não se encontra lá.
As células que formam os gametas e mesmo os embriões ou fetos adquirem humanidade na gestação, e não o contrário.
Uma célula nada mais é que um amontoado de moléculas, e essas, de átomos ignotos. A "humanidade" não se encontra lá.
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Data da postagem: 27/05/2021, 20:23

Os átomos dos quais se constitui o ser humano seriam tais quais pedras. Ora bolas, uma humanidade prévia às pedras seria equivalente a um espírito! =)
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Data da postagem: 27/05/2021, 20:36