Antigo Religião é Veneno
Amostragem Datafolha vs realidade dia 2
Autor: NadaSei | Categoria: Ceticismo | Exibições: 622 Comentários: 106
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A malvadez e o desrespeito pela memória dos ancestrais alastra por aqui.

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Direitistas e conservadores escondem intenções de voto e falseiam pesquisas:
Estimar votos de eleitores da direita desafia pesquisas no Brasil e no exterior; entenda

Desempenho de bolsonaristas acima do apontado pelas sondagens é novo exemplo da dificuldade de institutos de retratar intenção de conservadores mais radicalizados. Discrepância ocorreu em pleitos recentes nos EUA, Reino Unido e Chile

Por André Duchiade — 09/10/2022


Donald Trump em 2016 e 2020, Boris Johnson no Reino Unido, o plebiscito sobre a Constituinte no Chile. A votação do presidente Jair Bolsonaro e de seus aliados em muitos estados no último domingo surpreendeu eleitores pela discrepância entre o que apontavam as pesquisas de intenções de voto na véspera e o resultado nas urnas, repetindo uma sistemática que vem ocorrendo em outros países: o desempenho da direita foi bem melhor do que mostravam as sondagens.

Por ora, a principal explicação dos institutos brasileiros e de cientistas políticos tem sido uma possível migração nas últimas 24 horas, sobretudo de eleitores de Ciro Gomes, para Bolsonaro. Os institutos alegam que as pesquisas são um retrato do momento e não têm valor preditivo. As próprias sondagens indicando a chance de uma vitória de Lula em primeiro turno podem ter influenciado eleitores a mudar de voto.

Nem tudo, no entanto, se resume a essas explicações. Pesquisadores ressaltam também uma dificuldade intrínseca de se detectar um novo eleitorado de direita, em uma tendência que se repete ao redor do mundo:

— Há um problema para capturar eleitores de extrema direita nas sondagens, principalmente por meio de surveys (pesquisas de opinião), que não é um desafio trivial — afirmou ao GLOBO Ricardo Ceneviva, professor do IESP/UERJ. — As ciências sociais sempre tiveram problemas para chegar a determinadas populações, e isto acontece agora com bolsonaristas e em outros lugares.

Dois grandes marcos destes erros foram as eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2016 e 2020, quando a margem de erro dos institutos diferiu em média de três a cinco pontos do resultado das urnas. No primeiro pleito, como os modelos de antecipação estimavam as chances de vitória de Hillary Clinton entre 71% e 99%, o resultado foi um choque. No segundo, a vantagem de Joe Biden foi suficientemente grande para assegurar sua vitória mesmo com a votação maior que a esperada de Trump.

Os Estados Unidos voltam a realizar eleições no início de novembro, desta vez legislativas, e as pesquisas apontam vantagem para aliados do mandatário. Isto levanta dúvidas de novo, por contrariar a tendência histórica: quase invariavelmente, a oposição se sai melhor nas legislativas. Isso deve levar os institutos a calibrar suas amostragens, o que pode gerar efeitos no sentido oposto:

— É possível que os institutos (americanos) queiram compensar e percam a mão, super-representando os eleitores de direita. Quero dizer, o erro pode se inverter — afirmou Clark McCauley, professor emérito da Universidade Bryn Mawr, na Pensilvânia, que há décadas estuda como fazer pesquisas de opinião com setores radicalizados.

No Reino Unido, o fenômeno do eleitor “conservador tímido” é de longa data — como definiu a revista The Economist, “votar no Partido Conservador nunca é chique, então as pessoas costumam ficar caladas sobre isso”. Isso gerou algumas surpresas históricas, como nas eleições gerais de 1992 e 2015, quando os conservadores obtiveram maiorias inesperadas. A discrepância das pesquisas, no entanto, chegou ao seu ápice nas últimas eleições gerais de 2019, quando as sondagens previam uma diferença entre 29 e 52 assentos, muito abaixo da vantagem de 80 cadeiras concedida pelas urnas.

No Chile, no mês passado, no plebiscito de saída do referendo constitucional — que foi vencido pela manutenção da Carta de Augusto Pinochet, posição da direita —, as pesquisas erraram até 16 pontos percentuais. Marta Lagos, do instituto Latinobarómetro, diz haver “erros sistemáticos” nas pesquisas latino-americanas, porque “as estatísticas em geral não são boas, são médias”.

https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2022/noticia/2022/10/estimar-votos-de-eleitores-da-direita-desafia-pesquisas-no-brasil-e-no-exterior-entenda.ghtml
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No meu trabalho só há petistas, se alguém por lá me perguntar em quem voto vou dizer que não ligo pra política e que é tudo ladrão...
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Eu "votei" no Ciro só pra irritar a petralhada...mas aí o maluco Stopou e foi dar a patinha pro Barba no 2o turno.
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Fernando_Silva;c-64186Direitistas e conservadores escondem intenções de voto e falseiam pesquisas:
Estimar votos de eleitores da direita desafia pesquisas no Brasil e no exterior; entenda

Desempenho de bolsonaristas acima do apontado pelas sondagens é novo exemplo da dificuldade de institutos de retratar intenção de conservadores mais radicalizados. Discrepância ocorreu em pleitos recentes nos EUA, Reino Unido e Chile

Por André Duchiade — 09/10/2022


Donald Trump em 2016 e 2020, Boris Johnson no Reino Unido, o plebiscito sobre a Constituinte no Chile. A votação do presidente Jair Bolsonaro e de seus aliados em muitos estados no último domingo surpreendeu eleitores pela discrepância entre o que apontavam as pesquisas de intenções de voto na véspera e o resultado nas urnas, repetindo uma sistemática que vem ocorrendo em outros países: o desempenho da direita foi bem melhor do que mostravam as sondagens.

Por ora, a principal explicação dos institutos brasileiros e de cientistas políticos tem sido uma possível migração nas últimas 24 horas, sobretudo de eleitores de Ciro Gomes, para Bolsonaro. Os institutos alegam que as pesquisas são um retrato do momento e não têm valor preditivo. As próprias sondagens indicando a chance de uma vitória de Lula em primeiro turno podem ter influenciado eleitores a mudar de voto.

Nem tudo, no entanto, se resume a essas explicações. Pesquisadores ressaltam também uma dificuldade intrínseca de se detectar um novo eleitorado de direita, em uma tendência que se repete ao redor do mundo:

— Há um problema para capturar eleitores de extrema direita nas sondagens, principalmente por meio de surveys (pesquisas de opinião), que não é um desafio trivial — afirmou ao GLOBO Ricardo Ceneviva, professor do IESP/UERJ. — As ciências sociais sempre tiveram problemas para chegar a determinadas populações, e isto acontece agora com bolsonaristas e em outros lugares.

Dois grandes marcos destes erros foram as eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2016 e 2020, quando a margem de erro dos institutos diferiu em média de três a cinco pontos do resultado das urnas. No primeiro pleito, como os modelos de antecipação estimavam as chances de vitória de Hillary Clinton entre 71% e 99%, o resultado foi um choque. No segundo, a vantagem de Joe Biden foi suficientemente grande para assegurar sua vitória mesmo com a votação maior que a esperada de Trump.

Os Estados Unidos voltam a realizar eleições no início de novembro, desta vez legislativas, e as pesquisas apontam vantagem para aliados do mandatário. Isto levanta dúvidas de novo, por contrariar a tendência histórica: quase invariavelmente, a oposição se sai melhor nas legislativas. Isso deve levar os institutos a calibrar suas amostragens, o que pode gerar efeitos no sentido oposto:

— É possível que os institutos (americanos) queiram compensar e percam a mão, super-representando os eleitores de direita. Quero dizer, o erro pode se inverter — afirmou Clark McCauley, professor emérito da Universidade Bryn Mawr, na Pensilvânia, que há décadas estuda como fazer pesquisas de opinião com setores radicalizados.

No Reino Unido, o fenômeno do eleitor “conservador tímido” é de longa data — como definiu a revista The Economist, “votar no Partido Conservador nunca é chique, então as pessoas costumam ficar caladas sobre isso”. Isso gerou algumas surpresas históricas, como nas eleições gerais de 1992 e 2015, quando os conservadores obtiveram maiorias inesperadas. A discrepância das pesquisas, no entanto, chegou ao seu ápice nas últimas eleições gerais de 2019, quando as sondagens previam uma diferença entre 29 e 52 assentos, muito abaixo da vantagem de 80 cadeiras concedida pelas urnas.

No Chile, no mês passado, no plebiscito de saída do referendo constitucional — que foi vencido pela manutenção da Carta de Augusto Pinochet, posição da direita —, as pesquisas erraram até 16 pontos percentuais. Marta Lagos, do instituto Latinobarómetro, diz haver “erros sistemáticos” nas pesquisas latino-americanas, porque “as estatísticas em geral não são boas, são médias”.

https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2022/noticia/2022/10/estimar-votos-de-eleitores-da-direita-desafia-pesquisas-no-brasil-e-no-exterior-entenda.ghtml


No caso do Brasil é besteira essa teoria e só serve para tentar esconder a fraude nas pesquisas maestream, pois se não,teria sido impossível o acerto nas pesquisas na Paraná pesquisas e da Potencial intelincy pesquisas e no entanto elas acertaram, além do que dependendo do ambiente em que alguem se move habitualmente pode ser mais constrangedor tanto dizer votar em um quanto em outro e em alguns ambientes se dizer lulistas é que é constrangedor como entre caminhoneiros, taxistas e uberistas e de qualquer modo os pesquisadores não são os conhecidos dos entrevistados.
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Judas;c-64188No meu trabalho só há petistas, se alguém por lá me perguntar em quem voto vou dizer que não ligo pra política e que é tudo ladrão...


Isso tem uma ala nos doentoes que falam isso mas vão voltar no Bolsonaro.
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Percival;c-64191[quote="Judas;c-64188"]No meu trabalho só há petistas, se alguém por lá me perguntar em quem voto vou dizer que não ligo pra política e que é tudo ladrão...


Isso tem uma ala nos doentoes que falam isso mas vão voltar no Bolsonaro.

O Judas é musico, é sabido que entre os artistas a maioria é de petistas mas há outros ambientes diferentes nos quais isso não se dá, ou o que se dá é exatamente o oposto (caminhoneiros por exemplo, em restaurantes baratos de beira de estrada, não o Graal mas alguns baratos que também existem), mas em todo caso, se mesmo em uma pesquisa com pesquisadores estranhos fosse como o ambiente dos músicos e dos professores de humanidades, o grupo de pesquisa teria a obrigação, de já corrigir isso, já considerar isso automaticamente para ajustar os resultados, ainda mais depois do vexame que já em 2018 aconteceu, não tem jeito não, foi fraude do Datafolha, Ipec e tutti quanti maestream, se não seria impossível o acerto da grupos - Paraná pesquisas - e do - Potencial inteligency pesquisas - e no entanto eles acertaram, provando que os outros são ou fraudulentos ou então extremamente incompetentes e de qualquer modo merecem uma punição por isso, pelo menos em multas altíssimas.
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Silvana;c-64151Saudações Criaturo
Hahahaha
Vc leu o que eu postei que o governo de FHC foi até 2003, certo?
A tal recessão alta de preços nos alimentos que eu tbm postei como exemplo da maravilha de governo do PT em 2007... Já era a recessão que fez seu amigo ir embora em 2006.
Nobre, não fique respostando e afirmando coisas que já refutei...
Na verdade não fui eu quem refutou... Foi o próprio governo desastroso do PT, lula e Dilma.


não tinha emprego para ninguem basta voce dar uma pesquisada no google a recessão era de desemprego e falências generalizadas e sabe por que?
congelamento de salários por 8 anos!

TRABALHO
Recessão pode deixar até mais 3,6 milhões sem ocupação este ano; total de 1998 chega a 6,6 milhões
Desemprego cresce 38% no governo FHC
JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO
da Reportagem Local

A taxa de desemprego nacional cresceu 38% nos quatro anos do primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso. Passou de 6,5% para 9,0% da População Economicamente Ativa (PEA).
Foram 2,2 milhões de desempregados a mais no país, o equivalente à população do Estado do Mato Grosso. No total, os brasileiros sem ocupação chegaram a 6,6 milhões em 1998 (mais do que o número de cariocas).
Os cenários para o primeiro ano do segundo mandato, entretanto, são ainda piores.
A depender do tamanho da recessão, a taxa de desemprego pode crescer entre 9% e 51%. Em números absolutos, isso significa que o contingente de desempregados pode ser acrescido, em 1999, de 700 mil a 3,6 milhões de pessoas.
Se o PIB (conjunto das riquezas do país) crescer 0,3%, o que é improvável até nas previsões do governo, a taxa de desemprego deve chegar a 9,8% da PEA, ou 7,3 milhões de pessoas.
Em um cenário intermediário (e mais próximo das projeções oficiais), de queda de 1,8% do PIB, a taxa de desemprego chegaria a 11,1%, e o número de desempregados no país saltaria para 8,2 milhões -um acréscimo de 1,6 milhão.
No pior dos cenários, previsto por alguns bancos, com uma diminuição de 3,5% do PIB em 1999, o desemprego explode: a taxa iria a 13,6%. Nada menos do que 10,2 milhões de brasileiros (mais do que a população da maior cidade do país, São Paulo) ficariam sem ocupação.
Essa é a principal conclusão de um estudo encomendado pela Folha ao economista Marcio Pochmann, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Para elaborá-lo, Pochmann se baseou nos únicos dados oficiais de abrangência nacional, contidos na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE).
Os números mais recentes, entretanto, se referem a 1997. O primeiro passo do estudo foi, portanto, fazer uma estimativa de quanto cresceu o desemprego nacional em 1998.
Para isso, Pochmann considerou o aumento das taxas de desemprego mensais nas regiões metropolitanas ao longo do ano passado. Em seguida, ele relacionou os dados de ocupação e desocupação com a variação do PIB na década.
Com essa metodologia, o economista pôde não apenas chegar à taxa nacional de desemprego em 1998, como fazer as três projeções descritas acima para 1999, sempre correlacionando o crescimento do desemprego com o aquecimento ou a recessão econômica.
Os números são realistas. Para efeito de comparação, o número de novos desempregados durante o primeiro governo de FHC chegou a 495 mil. Esses dados são da Fundação Seade, do governo paulista.
Diretor-executivo da fundação, Pedro Paulo Martoni Branco concorda com a projeção de um quadro ainda mais grave para o mercado de trabalho neste ano.
"1999 já é um ano perdido. Não adianta. O recorde de 1998 vai ser batido", diz.
Ele prefere não fazer previsões numéricas, mas afirma que o eventual crescimento do setor exportador da economia brasileira (que foi beneficiado pela desvalorização cambial) não será suficiente para recuperar o estímulo do mercado de trabalho.
"Seriam necessários outros estímulos sobre o mercado consumidor interno para aumentar a produção e o nível de emprego. Isso não vai acontecer", diz.
Martoni Branco explica que a desvalorização do real vai produzir inflação e, por consequência, queda da massa salarial. Isso somado ao aumento do desemprego levará a uma queda do consumo.
Estabelece-se, assim, um círculo vicioso, em que a queda do consumo contribui para o aumento do desemprego.
Para piorar o quadro, o risco de que a inflação volte de maneira descontrolada e a necessidade de atrair o capital financeiro internacional devem impedir o governo de diminuir as taxas de juros (é o que se prevê ao menos no primeiro semestre), o que onera a produção.
O percentual de desvalorização do real, o nível das taxas de juros e, muito importante, o grau da crise de credibilidade que o governo enfrenta é que devem, todos somados, definir o tamanho da recessão no ano que vem e, por consequência direta, o número de desempregados.


https://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi31019919.htm
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Criaturo disse: mas meu migo era tec de manutenção de maquinas industriais por ter uma boa formação tecnica só trabalhava em grandes empresas, até começar a onda da terceirização acabando com funcionários diretos e contratando mão de obra terceirizada barata.



E qual "grande empresa" faria a burrice de colocar um processo importante como manutenção nas mãos de pessoas desqualificadas?

Eu trabalho numa que usava a COMAU - pesquise sobre ela. Atendia muito bem. Por estratégia, resolveram internalizar novamente. E ficaram com mais da metade do quadro dessa COMAU.





Esta empresa deveria se chamar COBOM
antes objetivo da terceirização era baratear apenas mão de obra secundaria mas depois de aprovada pode ser aplicada também atividades a fim da empresas ou seja as mais qualificadas, ou seja aproveitando se do alto nível de desemprego começaram a transformar empregos diretos em sub empregos terceirizados, a ideia é apenas reduzir salários dos funcionários se possível mantendo na mesma função com metade do antigo salario, empresários são tão espertos!
por isso que trabalhador deve votar em quem realmente defende interesses trabalhistas e não em empresários.
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